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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Especialista militar afirma que armas russas podem salvar norte-americanos

Os torpedos russos Poseidon e os mísseis balísticos pesados Sarmat são capazes de destruir os EUA e, por isso, tornam desnecessária uma guerra nuclear e salvam o povo norte-americano, opinou o analista militar Konstantin Sivkov.


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No artigo publicado no semanário Voenno-Promyshlenny Kurier, o vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos, Konstantin Sivkov, revelou que a criação desse tipo de armamento é uma forma de "parar o agressor ainda no estádio de intenção".


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Míssil balístico russo Sarmat | Reprodução

"Esse tipo de armamento salva a vida dos povos de todos os países que possam vir a ser palco de uma Terceira Guerra Mundial, incluindo os países ocidentais. Com a ameaça de eliminar a elite norte-americana, a Rússia previne uma guerra nuclear, livrando o povo norte-americano das perdas horríveis que são inevitáveis até no caso de um ataque de resposta limitado", explicou o analista.

Sivkov opinou que as intenções de Washington de abandonar o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, conhecido como Tratado INF, revela que os EUA estão se preparando para uma guerra nuclear. Por isso, segundo o analista, para manter a paz é necessário que a guerra nuclear deixe de fazer sentido.

No final de outubro, o presidente Donald Trump advertiu que Washington estava considerando a retirada unilateral dos EUA do Tratado INF porque "a Rússia não observou o acordo", seja na forma ou no espírito. No entanto, o anúncio ainda não foi seguido por nenhuma medida concreta.

A Rússia tem sublinhado muitas vezes que observa rigorosamente as suas obrigações, tendo o chanceler Sergei Lavrov afirmado que Moscou tem, ela própria, sérias perguntas a fazer aos EUA quanto à sua observação do acordo.

Em particular, o Kremlin aponta as atividades militares dos EUA no terreno, por exemplo, na base militar na Romênia, bem como na Polônia, inclusive em relação à instalação de complexos capazes de lançar mísseis como os Tomahawk (o que é proibido pelo tratado).

A parte russa também chama atenção ao fato dos EUA desenvolverem drones de assalto e financiarem as pesquisas para criar um míssil de cruzeiro de baseamento terrestre.

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