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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

EUA realizam voo imprevisto por cima da Ucrânia

Os Estados Unidos e seus aliados realizaram na quinta-feira (6) um voo imprevisto por cima da Ucrânia no âmbito do acordo de céu aberto após os eventos no estreito de Kerch, declarou o Pentágono.


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"Hoje, os Estados Unidos e aliados realizaram um voo não planejado por cima da Ucrânia no âmbito do tratado de céu aberto. A escolha do tempo para este voo deve demonstrar a adesão dos EUA aos compromissos perante a Ucrânia e outros países", diz o comunicado. No relatório, o incidente no estreito de Kerch foi caracterizado como uma escalada perigosa.


Resultado de imagem para voo não planejado por cima da Ucrânia no âmbito do tratado de céu aberto
Avião de reconhecimento da Força Aérea dos EUA RC-135 | Reprodução

"Os EUA buscam ter boas relações com a Rússia, mas elas são impossíveis no contexto das suas ações ilegais e desestabilizadoras na Ucrânia e em qualquer outro lugar", diz a declaração.

Na terça-feira (27), um tribunal russo ordenou a prisão preventiva de 15 dos 24 marinheiros ucranianos detidos pela guarda fronteiriça russa. Na segunda-feira (26), o parlamento ucraniano aprovou a introdução da lei marcial em algumas regiões do país por 30 dias.

No domingo (25), três navios da Marinha ucraniana, em violação dos artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, entraram na zona aquática temporariamente encerrada do mar territorial da Rússia e realizaram manobras perigosas durante várias horas sem reagir às exigências das embarcações russas que acompanhavam os navios ucranianos.

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