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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

França é o 'homem doente da Europa' hoje, ataca ministro da Polônia

A França é o novo "homem doente da Europa", afirmou o ministro de Relações Exteriores da Polônia, citando os distúrbios dos coletes amarelos e o recente ataque jihadista em Estrasburgo. A Polônia, por outro lado, é um "ponto brilhante" do continente, prosseguiu.


Sputnik

Os problemas da França estão prejudicando toda a região, declarou Jacek Czaputowicz ao canal de TV Polsat News na última segunda-feira.


Der polnische Außenminister Jacek Czaputowicz (Archiv)
Jacek Czaputowicz © AP Photo / Czarek Sokolowski

"A França é o homem doente da Europa, é um empecilho para a Europa, enquanto a Polônia é um ponto brilhante", pontuou.

O ataque terrorista em Estrasburgo, que deixou cinco pessoas mortas, bem como os protestos dos coletes amarelos que vêm acontecendo nas últimas semanas, provam "que algo não está certo na França", segundo o chanceler polonês.

Ao mesmo tempo, "a retirada do presidente [francês Emmanuel] Macron das reformas do Estado" — causada pela pressão dos manifestantes — também é uma coisa "triste".

O título nada invejável de "o homem doente da Europa" foi cunhado em meados do século XIX e originalmente se referia ao Império Otomano, enquanto os outros impérios poderosos de outrora circulavam pelo Estado decadente.

Quando o Império Otomano entrou em colapso após a Primeira Guerra Mundial, muitos países europeus foram rotulados de "doentes" quando passaram por vários problemas domésticos.

A própria França não recebe pela primeira vez a questionável 'honra'. No final dos anos 2000, o país foi designado assim em um relatório do banco estadunidense Morgan Stanley, enquanto a mídia europeia se referiu à França por esse "título" em meados de 2010.

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