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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Insurgentes realizam ataque contra edifício governamental no Afeganistão

Um grupo de insurgentes atacou nesta segunda-feira um edifício governamental em Cabul, a capital do Afeganistão, onde primeiro aconteceu uma explosão e depois uma troca de tiros, que continua neste momento, entre os agressores e as forças de segurança, informou à Agência Efe uma fonte oficial.


EFE

Cabul - "Por volta das 15h15 (locais, 8h45 em Brasília) na região do distrito policial de número 16 aconteceu a explosão de um veículo. Em seguida, vários insurgentes suicidas entraram no (edifício do) Vice Ministério de Mártires e Incapacitados", disse à Efe o porta-voz do Ministério do Interior, Nasrat Rahimi.


Agente afegão em foto de 11 de dezembro. EFE/ Hedayatullah Amid
Agente afegão em foto de 11 de dezembro. EFE/ Hedayatullah Amid

Segundo a fonte, as forças de segurança chegaram ao edifício governamental, que é vinculado ao Ministério do Trabalho e Assuntos Sociais, pouco depois da explosão e, logo em seguida, começou uma troca de tiros com os insurgentes, que ainda continua.

"Todas as estradas que levam à região foram bloqueadas e uma operação está em andamento para eliminar os agressores", acrescentou Rahimi, que não soube detalhar se o ataque resultou em vítimas.

Este ano, Cabul foi cenário de diversos ataques, o último deles de grande envergadura no fim de novembro, quando uma ação contra um acampamento da empresa britânica de segurança G4S deixou pelo menos 15 mortos e quase 30 feridos depois de 10 horas de combate entre as forças de segurança e os talibãs.

O atentado mais grave no país asiático em 2018 ocorreu em janeiro, quando os talibãs detonaram uma ambulância-bomba perto do antigo edifício do Ministério de Interior, que deixou mais de 100 mortos.

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