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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Irã está querendo consolidar tropas na fronteira síria, diz oficial israelense

Segundo o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o Estado judaico está se esforçando para conter a presença do Irã na Síria, mesmo após Washington anunciar a saída dos EUA do país árabe.


Sputnik


O general Gadi Eisenkot, comandante das Forças de Defesa de Israel (IDF), afirmou que as forças israelenses estão focadas na prevenção da "consolidação" iraniana na Síria. Além disso, ele considera que Teerã possui planos de manter presença permanentemente na Síria, inclusive, sendo aprovada pela Unidade Especial da Guarda Revolucionária Islâmica.


Soldados iranianos
Militares iranianos © AFP 2018 / ATTA KENARE

O comandante declarou que após a guerra, Irã pretende construir uma força de 100.000 soldados, ressaltando que atualmente, há 20.000 combatentes do Hezbollah, milícias xiitas do Iraque, Afeganistão e Paquistão, além de diversos conselheiros iranianos.

A intenção do Irã seria de criar ações combinadas entre forças de solo, aérea, naval e de inteligência para construir uma linha de posições militares na fronteira, em Golan. Perante essa situação, Eisenkot afirma que as IDF lutam para destruir o que ele descreve como "fábricas de armas na Síria", que combinam a infraestrutura síria, dinheiro iraniano e as capacidades do Hezbollah.

Já o ministro israelense, Netanyahu, por sua vez, afirmou que a retirada dos EUA da Síria não vai influenciar Israel nas ações contra a estabilização militar do Irã na Síria.

Por essa razão, Israel tem realizado ataques aéreos no território sírio para destruir instalações militares iranianas e escoltas com armamentos. Os israelenses alegam que os iranianos estejam transferindo armamentos para o Hezbollah, instalado no Líbano e que, consequentemente, será utilizado contra Israel.

Entretanto, Irã nega presença militar na Síria, afirmando que está no país apenas para instruir militarmente a pedido do governo sírio.

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