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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Japão quer elevar gastos militares a um nível recorde e comprar mais armas dos EUA

O Ministério da Defesa do Japão pretende enfrentar seus desafios de segurança com um aumento recorde de gastos militares e estreitar os seus laços com os EUA comprando mais armamentos estadunidenses, informou o jornal financeiro Nikkei.


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Segundo o diário, se pretende gastar pelo menos 27 trilhões de ienes (R$ 938 bilhões) entre abril de 2019 e março de 2024. Isso se conseguiria com um aumento anual de 1,1% durante esse período, significativamente maior que os 0,8% do lustro atual.


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Comunica-se que o plano dos militares inclui uma separação entre os gastos domésticos, relacionados com pessoal e equipamentos existentes, e a aquisição de armas. A primeira parte agora é equivalente a 80% dos gastos militares.

A separação das despesas com novos equipamentos facilitaria as compras de Washington, que pressiona para uma maior importação de bens norte-americanos ao mesmo tempo que ameaça com novas tarifas sobre automóveis para reduzir o atual déficit comercial com Tóquio.

De acordo com o diário, o Ministério espera que as maiores ameaças à segurança que atualmente enfrenta o Japão, entre as quais continua se destacando o potencial nuclear e balístico da Coreia do Norte, ajudem que o planejado seja aprovado pelo poder executivo japonês nos meados de dezembro.

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