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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Juiz adia decisão sobre diretora da Huawei detida no Canadá

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, permanecerá um dia mais na prisão após a decisão desta segunda-feira de um juiz canadense de realizar amanhã uma terceira audiência para determinar se lhe concede a liberdade sob fiança.


EFE

Toronto - O juiz William Ehrcke, do Tribunal Supremo da província da Colúmbia Britânica, no Canadá, anunciou que prosseguirá a audiência nesta terça-feira após escutar os argumentos dos advogados defensores para conceder a liberdade sob fiança de Meng enquanto se decide se será extraditada aos EUA.


EPA/Maxim Shipenkov
Meng Wanzhou | EPA/Maxim Shipenkov

Meng, de 46 anos de idade, foi detida pelas autoridades canadenses a pedido dos Estados Unidos no último dia 1º de dezembro em Vancouver quando dirigia-se ao México.

Meng é acusada pelas autoridades americanas de fraude por violar as sanções comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Irã. A executiva chinesa, que é filha do fundador da Huawei, negou a acusação.

A promotoria canadense solicitou a Ehrcke que mantenha Meng na prisão até que os tribunais decidam se a diretora da Huawei será extraditada aos Estados Unidos, um processo que pode durar um ano.

Por sua parte, o advogado do Estado declarou que prefere que Meng seja encaminhada para prisão domiciliar.

Ehrcke decidiu adiar sua decisão sobre a liberdade sob fiança de Meng diante das dúvidas colocadas pela promotoria e o advogado do Estado sobre a legalidade de que seja o marido de Meng, um cidadão chinês sem residência no Canadá, quem garanta a fiança a pagar.

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