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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Líder ucraniano entrega ao exército novos aviões de combate em meio à lei marcial

O presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, entregou às Forças Armadas uma dezena de aviões e helicópteros novos e consertados logo após no país ter sido introduzida a lei marcial.


Sputnik

Entre os aparelhos entregues estão caças, helicópteros e um drone, segundo informou o canal 112 Ukraina, citando o líder ucraniano. Em particular, os militares receberam sete aviões militares e dois helicópteros.


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Antonov An-77 | Reprodução


A assessoria de imprensa do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia detalhou que o novo equipamento inclui caças multifuncionais MiG-29, caças multifuncionais pesados Su-27, helicópteros de combate e de transporte e aviões de combate e treinamento.

Após a cerimônia de entrega, foi apresentado o novo avião militar de transporte ucraniano An-77.

Além disso, a Ucrânia reforçou a segurança em instalações críticas, incluindo usinas nucleares e hidroelétricas, fábricas químicas e portos nos mares Negro e de Azov, segundo informações.

Em 26 de novembro, a Suprema Rada (parlamento da Ucrânia) aprovou o decreto presidencial sobre a introdução da lei marcial por 30 dias em algumas regiões do país após navios da Marinha ucraniana terem violado a fronteira russa no mar Negro e terem sido detidos pelas autoridades russas.

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