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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Londres destrói constantemente provas no caso Skripal, diz chefe da inteligência russa

Apenas uma investigação conjunta do Reino Unido e da Rússia pode estabelecer a verdade sobre o caso do envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia, mas Londres não reage às propostas de ajuda de Moscou, revelou o chefe do Serviço de Inteligência Exterior da Rússia (SVR), Sergei Naryshkin.


Sputnik

"Se vocês se lembram, a Rússia ofereceu imediatamente ajuda e expressou sua disposição de participar da investigação do incidente, dessa provocação, infelizmente, o Reino Unido não quer cooperar", explicou Narishkin em uma entrevista ao canal de televisão russo Rossiya 1. 


Militares limpando os pontos relacionados ao envenenamento de Skripal em Salisbury.
Militares ingleses limpando os pontos relacionados ao envenenamento de Skripal © Sputnik / Alex McNaughton

Além disso, de acordo com Naryshkin, Moscou considera a investigação britânica "uma provocação", acrescentando que, em sua opinião, Londres "destrói constantemente provas".

Em 4 de março, o ex-agente secreto Sergei Skripal e sua filha foram envenenados na cidade britânica de Salisbury, o que provocou um grande escândalo internacional. Londres acusou Moscou de ter orquestrado o ataque com o que especialistas do Reino Unido afirmaram ser o agente nervoso A234 (também conhecido como Novichok).

A parte russa negou todas as acusações, exigindo acesso à investigação do caso e aos seus cidadãos que estavam em um hospital britânico, mas Londres recusou todos os pedidos.

No início de setembro, a parte britânica mostrou fotos de dois supostos suspeitos do envenenamento — Aleksandr Petrov e Ruslan Boshirov — e alegou que os dois indivíduos eram oficiais do GRU, mas logo acrescentou que os nomes eram falsos.

Porém, os homens refutaram as acusações em entrevista ao canal russo RT, dizendo que visitaram o Reino Unido como turistas e não têm conexão com os serviços de inteligência.

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