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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Mais de 1.900 refugiados retornaram à Síria nas últimas 24 horas

Mais de 580 pessoas retornaram da Jordânia à Síria e mais de 1.350 retornaram do Líbano nas últimas 24 horas, informou o Centro Russo de Habitação e Localização de Refugiados.


Sputnik

"Nas últimas 24 horas, 1.938 refugiados retornaram à Síria, dos quais 1.357 do Líbano e 581 da Jordânia", informou o comunicado no site do Ministério da Defesa da Rússia.


Campo de refugiados na cidade síria de Ayn Issa
Campo de refugiados sírios © Sputnik / Hikmet Durgun

Além disso, um total de 215 sírios retornaram aos seus locais de residência permanente.

O ministério acrescentou que a Fundação Ahmat Kadirov realizou um evento de caridade em Aleppo, onde distribuiu entre a população uma tonelada de pão e bens de uso diário.

Além disso, unidades de sapadores do Exército Sírio desativaram mais de 30 cargas explosivas em uma área de 8,1 hectares nas províncias de Al Quneitra, Homs e Damasco.

A Síria vive desde março de 2011, um conflito no qual as tropas do governo enfrentam facções armadas da oposição e grupos terroristas.

A solução para a crise é buscada em duas plataformas, a de Genebra, sob os auspícios da ONU, e a de Astana, co-patrocinada pela Rússia, Turquia e Irã.

As negociações em Astana, desde então, contribuíram para a criação das chamadas zonas de segurança na Síria, reduziram a escalada da violência e facilitaram o retorno dos refugiados às suas casas.

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