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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Mais de 1.900 refugiados retornaram à Síria nas últimas 24 horas

Mais de 580 pessoas retornaram da Jordânia à Síria e mais de 1.350 retornaram do Líbano nas últimas 24 horas, informou o Centro Russo de Habitação e Localização de Refugiados.


Sputnik

"Nas últimas 24 horas, 1.938 refugiados retornaram à Síria, dos quais 1.357 do Líbano e 581 da Jordânia", informou o comunicado no site do Ministério da Defesa da Rússia.


Campo de refugiados na cidade síria de Ayn Issa
Campo de refugiados sírios © Sputnik / Hikmet Durgun

Além disso, um total de 215 sírios retornaram aos seus locais de residência permanente.

O ministério acrescentou que a Fundação Ahmat Kadirov realizou um evento de caridade em Aleppo, onde distribuiu entre a população uma tonelada de pão e bens de uso diário.

Além disso, unidades de sapadores do Exército Sírio desativaram mais de 30 cargas explosivas em uma área de 8,1 hectares nas províncias de Al Quneitra, Homs e Damasco.

A Síria vive desde março de 2011, um conflito no qual as tropas do governo enfrentam facções armadas da oposição e grupos terroristas.

A solução para a crise é buscada em duas plataformas, a de Genebra, sob os auspícios da ONU, e a de Astana, co-patrocinada pela Rússia, Turquia e Irã.

As negociações em Astana, desde então, contribuíram para a criação das chamadas zonas de segurança na Síria, reduziram a escalada da violência e facilitaram o retorno dos refugiados às suas casas.

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