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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Marinha e Força Aérea britânicas disputam compra de novos caças F-35, diz mídia

Depois de vários anos sem porta-aviões funcionais, o Reino Unido incorporou o HMS Queen Elizabeth à Marinha em dezembro de 2017 e espera o HMS Prince of Wales em 2020. O Reino Unido se encontra em processo de compra de 48 caças estadunidenses F-35B para a sua Marinha, enquanto a Força Aérea Real está interessada no aumento da sua própria frota.


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Duas fontes próximas à Marinha Real britânica disseram que oficiais superiores da Força Aérea Real (RAF, na sigla em inglês) estão secretamente impulsionando a compra de caças supersônicos Lockheed Martin F-35A, incapazes de decolar dos porta-aviões, ao invés dos caças F-35B Lightning II que podem operar no mar, comunicou o canal Sky News.


Caça norte-americano F-35
F-35 Ligthning II | CC BY 2.0 / Heath Cajandig

Segundo a fonte, a diminuição do número de aviões encomendados F-35B de nova geração, que podem decolar e aterrissar nos porta-aviões HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales, seria um erro grande.

"Isso minará completamente […] todo o programa de porta-aviões", disse o interlocutor do Sky News, acrescentando que "não há quaisquer razões operacionais para a RAF ter a variante A [F-35A]. Se não puderem voar de porta-aviões, não devem ser comprados."

A fonte sublinhou que os oficiais da Marinha Real ficaram furiosos por causa do desejo da RAF de colocar a sua agenda egoísta acima dos interesses nacionais, chamando a situação de "desgraça absoluta" que não deveria acontecer.

O Ministério da Defesa britânico disse que a decisão sobre os primeiros 48 caças F-35 se mantém inalterada. Mais de um terço dos aviões já foi entregue e os outros deverão chegar até 2025. No total, o Reino Unido planeja comprar 138 aeronaves da empresa Lockheed Martin, não detalhando as variantes dos aviões.

A Força Aérea Real desmente todas as afirmações, chamando-as de "rumores mal informados".

No entanto, a fonte do Sky News afirma que a decisão final sobre os últimos 13 caças, para além dos 48, informalmente deve ser tomada até o fim do ano que vem, acrescentando que a decisão de mudar a variante do caça poderia irritar os EUA, que ajudaram o Reino Unido a restabelecer os porta-aviões.

O Reino Unido não é o único país que decidiu aumentar sua frota de F-35. No mês passado, o primeiro-ministro belga Charles Michel anunciou oficialmente que o país optou pelos caças estadunidenses para reequipar sua Força Aérea e planeja comprar 34 aviões F-35.

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