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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Mídia: mísseis russos e chineses forçariam EUA a descartar porta-aviões

Os 11 superporta-aviões americanos muito importantes para EUA podem se tornar inúteis em um conflito militar com a Rússia ou a China, escreve Business Insider.


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De acordo com a publicação, esses porta-aviões da classe Nimitz mais parecem cidades flutuantes com aeródromos, porque se elevam acima da linha da água 40 metros, têm um comprimento de 300 metros e deslocamento de 100.000 toneladas.

Porta-aviões USS Nimitz Harry S. Truman
USS Harry S. Truman © AP Photo / Fabrizio Bensch/Pool

A bordo de cada um desses navios, equipado com um reator nuclear, há cerca de 80 aeronaves e mais de 5.000 marinheiros, fuzileiros navais e pilotos. Cada porta-aviões custa mais de 4,5 bilhões de dólares. Como resultado, durante um grande confronto militar a importância de um porta-aviões gigante e a vida de sua tripulação podem ter um valor inestimável para os EUA.

"Os porta-aviões superaram seu papel de plataformas navais convencionais e se tornaram símbolos quase místicos do poder nacional americano. Eles são um símbolo da nação, de sua grandeza", disse o ex-capitão da Marinha norte-americana Jerry Hendricks.

Ao mesmo tempo, a Rússia e a China estão criando mísseis especificamente projetados para a destruição de porta-aviões e capazes de afundar esses navios a partir de uma distância muito além do alcance de suas aeronaves embarcadas. Business Insider indica que, em tal situação, os porta-aviões não poderiam usar seu poder em condições reais de combate.

De acordo com estimativas do antigo assistente especial do chefe de Estado-Maior da Marinha dos EUA, Brian Clark, nas condições mais favoráveis, o grupo de ataque de um porta-aviões é capaz de abater 450 mísseis. Mas a China, por exemplo, pode atacar com 600 mísseis a uma distância de 1.600 quilômetros. Entretanto, isso ainda não leva em consideração as capacidades dos mísseis antinavio russos, incluindo hipersônicos.

O autor da publicação enfatiza que a perda mesmo de apenas um porta-aviões causaria um choque para os EUA. Por essa razão, e também por medo de perder o prestígio nacional e até o poder político, ao presidente dos EUA pode faltar determinação suficiente para usar um porta-aviões nas áreas mais perigosas, apesar das recomendações dos generais.

Os especialistas americanos pedem que os porta-aviões sejam vistos como uma arma de guerra que pode ser perdida, e não como "unicórnios místicos". Embora haja uma opinião de que o inimigo potencial não afundaria porta-aviões americanos sem uma extrema necessidade, temendo um ataque retaliatório.

No entanto, enquanto os especialistas discutem sobre as vantagens ou a inutilidade dos porta-aviões, os EUA continuam a construir esses enormes e caros navios-aeródromo.

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