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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Mídia: mísseis russos e chineses forçariam EUA a descartar porta-aviões

Os 11 superporta-aviões americanos muito importantes para EUA podem se tornar inúteis em um conflito militar com a Rússia ou a China, escreve Business Insider.


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De acordo com a publicação, esses porta-aviões da classe Nimitz mais parecem cidades flutuantes com aeródromos, porque se elevam acima da linha da água 40 metros, têm um comprimento de 300 metros e deslocamento de 100.000 toneladas.

Porta-aviões USS Nimitz Harry S. Truman
USS Harry S. Truman © AP Photo / Fabrizio Bensch/Pool

A bordo de cada um desses navios, equipado com um reator nuclear, há cerca de 80 aeronaves e mais de 5.000 marinheiros, fuzileiros navais e pilotos. Cada porta-aviões custa mais de 4,5 bilhões de dólares. Como resultado, durante um grande confronto militar a importância de um porta-aviões gigante e a vida de sua tripulação podem ter um valor inestimável para os EUA.

"Os porta-aviões superaram seu papel de plataformas navais convencionais e se tornaram símbolos quase místicos do poder nacional americano. Eles são um símbolo da nação, de sua grandeza", disse o ex-capitão da Marinha norte-americana Jerry Hendricks.

Ao mesmo tempo, a Rússia e a China estão criando mísseis especificamente projetados para a destruição de porta-aviões e capazes de afundar esses navios a partir de uma distância muito além do alcance de suas aeronaves embarcadas. Business Insider indica que, em tal situação, os porta-aviões não poderiam usar seu poder em condições reais de combate.

De acordo com estimativas do antigo assistente especial do chefe de Estado-Maior da Marinha dos EUA, Brian Clark, nas condições mais favoráveis, o grupo de ataque de um porta-aviões é capaz de abater 450 mísseis. Mas a China, por exemplo, pode atacar com 600 mísseis a uma distância de 1.600 quilômetros. Entretanto, isso ainda não leva em consideração as capacidades dos mísseis antinavio russos, incluindo hipersônicos.

O autor da publicação enfatiza que a perda mesmo de apenas um porta-aviões causaria um choque para os EUA. Por essa razão, e também por medo de perder o prestígio nacional e até o poder político, ao presidente dos EUA pode faltar determinação suficiente para usar um porta-aviões nas áreas mais perigosas, apesar das recomendações dos generais.

Os especialistas americanos pedem que os porta-aviões sejam vistos como uma arma de guerra que pode ser perdida, e não como "unicórnios místicos". Embora haja uma opinião de que o inimigo potencial não afundaria porta-aviões americanos sem uma extrema necessidade, temendo um ataque retaliatório.

No entanto, enquanto os especialistas discutem sobre as vantagens ou a inutilidade dos porta-aviões, os EUA continuam a construir esses enormes e caros navios-aeródromo.

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