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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Ministro alemão celebra acordo de cessar-fogo de Ano Novo no leste da Ucrânia

O ministro alemão de Relações Exteriores, Heiko Maas, saudou nesta quinta-feira o acordo recentemente firmado sobre o cessar-fogo do Ano Novo na região ucraniana oriental de Donbass.


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As partes do conflito ucraniano conseguiram chegar a um acordo sobre o cessar-fogo a partir deste sábado.


Tanques ucranianos na região de Donbass
Tropas ucranianas em Donbass © AP Photo / Irina Gorbaseva

"É bom que as partes no conflito no leste da Ucrânia tenham concordado com um cessar-fogo no inverno. Isso deve ser respeitado na perspectiva de longo prazo. Continuamos a nos concentrar em medidas humanitárias para reduzir o sofrimento das pessoas nos meses de inverno", disse Maas, conforme citado pela página do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha no Twitter.

O conflito no Donbass começou em 2014, quando as autoridades ucranianas lançaram uma operação militar contra a República Popular de Donetsk (DPR) e a República Popular de Luhansk (LPR), que se recusaram a reconhecer o novo governo em Kiev que chegou ao poder depois do que consideraram ser um golpe.

Em fevereiro de 2015, as partes em conflito assinaram os acordos de paz de Minsk para acabar com os combates na região, mas a situação permaneceu tensa, com ambas as partes acusando-se mutuamente de violações do cessar-fogo.

As partes no conflito chegaram a mais de 20 acordos de cessar-fogo dentro de alguns anos, mas isso não melhorou significativamente a situação na região.

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