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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Ministro do Exterior turco revela que Trump planejaria retirar tropas da Síria

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, declarou que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria considerando retirar as tropas estadunidenses da Síria. Washington ainda não comentou essa declaração.


Sputnik

"O presidente dos EUA Donald Trump planeja retirar [as tropas] da Síria", disse o ministro no domingo (16).


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Base militar dos EUA na Síria © AP Photo / Hussein Malla

A coalizão de mais de 70 países liderada pelos EUA está realizando operações militares contra os grupos terroristas na Síria e no Iraque. Os ataques da coalizão na Síria não são autorizados pelo governo do presidente sírio Bashar Assad ou pelo Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, Cavusoglu comentou as gravações áudio supostamente ligadas ao caso do jornalista saudita Jamal Khashoggi assassinado no consulado da Arábia Saudita em Istambul.

Segundo ele, os áudios provam que o assassinato foi planejado com antecedência. Segundo o ministro, os serviços de inteligência de todos os países interessados já puderam ouvi-los.

"As inteligências dos países que estão interessados [no caso de Khashoggi] tiveram a oportunidade de ouvir os áudios. Eu também fiz isso, junto com o meu presidente, [Recep Tayyip] Erdogan. Então você pode ver, você pode ouvir claramente que eles tinham planejado com antecedência matá-lo", disse Cavusoglu.

Cavusoglu reiterou a posição da Turquia sobre o assunto, dizendo que o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, estava determinado a investigar completamente o caso de Khashoggi.

Khashoggi foi morto no início de outubro depois de ele ter entrado no consulado saudita em Istambul, na Turquia. O alarme sobre o crime foi levantado pela primeira vez por responsáveis oficiais turcos.

Em 26 de outubro, o procurador-geral saudita reconheceu que o assassinato do jornalista foi premeditado. No entanto, Riad sustenta que o assassinato não teve nada a ver com a família real saudita, descrevendo a operação como criminosa.

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