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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Moscou: declaração da OEA sobre aviões russos prejudica nossa colaboração com organização

Anteriormente, a Organização dos Estados Americanos expressou preocupação em conexão com o envio de aviões militares russos à Venezuela.


Sputnik

"A Secretaria-Geral da OEA toma nota, com a maior preocupação, das notícias vindas da Venezuela sobre a possibilidade de aeronaves capazes de usar armas nucleares, provenientes da Rússia, se encontrarem no seu território", lê-se na declaração, divulgada no site da organização.


Bombardeiro estratégico russo Tu-160
Tupolev Tu-160 russo © Sputnik / Yury Strelets

Segundo a OEA, a presença da missão militar em questão no território venezuelano viola a Constituição da Venezuela, por não ter sido autorizada pela Assembleia Nacional, além de violar "normas fundamentais do direito internacional".

O Ministério das Relações Exteriores russo comentou a declaração da OEA.

"Em conexão com a declaração divulgada no site da OEA […] em relação ao voo à Venezuela de dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, que podem portar armas nucleares, gostaríamos de responder o seguinte: a Federação da Rússia cumpre, de forma rigorosa e completa, as obrigações por si assumidas derivadas do Protocolo Adicional II do Tratado para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe (Tratado de Tlatelolco), no qual estão estabelecidas as garantias jurídicas que excluem o uso e a ameaça de uso das armas nucleares em relação aos Estados da zona", lê-se no comentário do Departamento de Informações e Imprensa do Ministério das Relações Exteriores russo.

A chancelaria acrescentou que o "voo à Venezuela dos bombardeiros estratégicos russos não viola o Tratado de nenhuma forma".

Além disso, o ministério disse lamentar que "a chefia da OEA use seu estatuto para difundir informações falsas e inventadas sobre a política da Rússia na região latino-americana no estilo do 'highlylikely' [altamente provável]".

"Não podemos aceitar que uma estrutura regional tão respeitável como a OEA faça declarações políticas que visam de forma objetiva criar uma atmosfera de desconfiança nas relações entre a Rússia e os países da América Latina e do Caribe", lê-se no comentário.

"Desta forma, voluntaria ou involuntariamente é prejudicada a colaboração entre a Rússia e a própria organização, com que o nosso país, na qualidade de observador permanente, vem desenvolvendo uma interação construtiva em diferentes área ao longo dos últimos anos", ressaltou o comentário da chancelaria.

Anteriormente, dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, um avião cargueiro An-124 e um avião de longe alcance Il-62 da Força Aeroespacial russa aterrissaram no território da Venezuela para participar das manobras conjuntas.

O presidente colombiano, Ivan Duque, expressou preocupação com o voo, sugerindo que a medida não era amigável.

De acordo com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, as visitas de aviões militares de outros países continuarão. Maduro afirmou que o voo dos aviões russos faz parte dos planos de colaboração entre a Rússia e a Venezuela. O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, assinalou que ninguém no mundo deve ter medo da presença dos aviões russos no território do país.

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