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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

National Interest avalia superioridade do tanque russo T-14 Armata sobre blindados da OTAN

Apresentação do tanque russo T-14 Armata em 2015 revelou a crescente obsolescência dos principais tanques de combate da OTAN: o britânico Challenger 2 e o americano M1A2 Abrams, escreve a revista norte-americana.


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O autor do The National Interest, que se refere a um artigo do especialista Will Flannigen, compara o T-14 Armata com os veículos blindados da OTAN em três pontos principais: capacidade de sobrevivência, poder de fogo e mobilidade.


Tanque russo T-14 Armata | Reprodução

A mudança mais "radical" no T-14, em comparação com tanques mais antigos, de acordo com Flannigen, é sua capacidade de sobrevivência. Assim, para manter um nível de proteção suficiente, o Challenger 2 e o M1A2 podem ser equipados com meios adicionais na forma de blocos de proteção dinâmicos que, no entanto, afetam negativamente o peso desses carros pesados e não oferecem nenhuma garantia de proteção.

Ao mesmo tempo, no Armata, junto com a blindagem usual, é usado provavelmente um dos meios mais revolucionários de proteção de tanques — um complexo de proteção ativa, observa a revista.

Neste caso, de acordo com o autor, a integração de tal sistema no T-14 Armata demonstra até que ponto a construção de tanques ocidental ficou para trás na aplicação de sistemas de proteção mais leves e eficazes. Assim, hoje nas configurações normais do Challenger 2 e do M1A2 os sistemas de proteção ativa não são usados, o que significa que os tanques da OTAN são inferiores aos veículos russos modernos.

O poder de fogo do T-14 é garantido por um canhão 2A82-1M de 125 mm. Além disso, ao contrário dos tanques ocidentais, os canhões russos e soviéticos têm a capacidade de disparar mísseis antitanque, e a eficácia de combate do Challenger 2 e M1A2, apesar do sucesso na guerra com o Iraque, apenas provoca preocupação, o que é especialmente evidente após a criação do T-14, acredita o autor.

Além disso, o Armata manteve seu peso relativamente pequeno, enquanto o tanque tem uma suspensão melhorada e um motor a diesel eficaz, o que permite que o carro de combate tenha uma boa autonomia e mobilidade estratégica. Por sua vez, todos os principais tanques da OTAN, incluindo o M1A2 e o Challenger 2, pesam mais de 50 toneladas na configuração básica, o que pode causar problemas quando são posicionados, enquanto o uso de conjuntos adicionais de blindagem reduz ainda mais sua mobilidade.

Como resultado, as forças blindadas do Reino Unido e dos Estados Unidos, tal como as da OTAN em geral, estarão em uma posição extremamente desvantajosa em comparação com as forças terrestres russas modernizadas e equipadas com o Armata, acredita o autor.

Assim, a criação do T-14 Armata forçou tanto o Reino Unido, como os EUA a tomar medidas para tentar desenvolver as novas tecnologias, conclui o The National Interest.

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