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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

National Interest avalia tentativas do Ocidente de intimidar a Rússia no mar Negro

O navio britânico de reconhecimento que entrou no mar Negro quis enviar um aviso à Rússia, indica a mídia americana, no entanto a falta de armamento a bordo mostra que a embarcação não é sequer capaz de se defender a si própria.


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No início de dezembro, o navio HMS Echo da Marinha Real Britânica chegou ao porto ucraniano de Odessa. O envio da embarcação visou responder às "ações agressivas" da Rússia no mar Negro, escreve a revista The National Interest, referindo-se ao incidente no estreito de Kerch.


Navio HMS Echo da Marinha Real Britânica
HMS Echo da Marinha Real Britânica © AFP 2018/ YANNIS KOLESIDIS / POOL

Segundo destaca a edição, o HMS Echo é um navio hidrográfico equipado com sondas e sensores para recolha de dados militares. Ele tem dois canhões antiaéreos de 20 mm Oerlikon e algumas metralhadoras de grande calibre, ou seja, está pior armado que as lanchas ucranianas detidas pela Guarda Costeira russa.

Há pouco, o secretário de Defesa britânico, Gavin Williamson, declarou que a chegada deste navio no mar Negro é um aviso para a Rússia e também significa que a Ucrânia "pode contar com um parceiro confiável na pessoa do Reino Unido". Não obstante, a capacidade desta embarcação de resistir a um ataque maciço parece duvidoso, destaca-se no artigo.

Nessa conexão, a revista acrescenta que este não é o único exemplo de "apoio" prestado à Ucrânia. A discrepância entre a determinação política do Ocidente e a crescente "ameaça russa" frequentemente leva a "ações de fachada" ao invés de uma verdadeira demonstração de força.

Em particular, a publicação cita, como exemplo, o voo de uma aeronave de reconhecimento OC-135 da Força Aérea dos EUA sobre a Ucrânia no início de dezembro, realizado a pedido de Kiev. Segundo declarou o Pentágono, este voo "foi concebido para confirmar a fidelidade dos EUA à Ucrânia e a outros países parceiros". Na verdade, o avião sobrevoou o território da Ucrânia a uma grande distância de Donbass e da Crimeia.

"Eles não sobrevoaram as áreas disputadas. Acredito que foi um voo de treinamento que foi bem exagerado e embelezado para que o público o aceitasse como um ‘sinal para a Rússia'", diz Steffan Watkins, especialista independente em segurança e analista de informações, citado pela revista.

Assim, enfatiza a edição, a chegada do navio HMS Echo na Ucrânia também não é algo que "assuste" a Rússia. No entanto, o Ministério da Defesa britânico pretende continuar a apoiar a Ucrânia, planejando enviar seus militares para lá em 2019 para ajudarem no treinamento das tropas ucranianas.

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