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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

ONU: 'Irã continua honrando seus compromissos nucleares'

Conselho de Segurança debateu situação nuclear no país do Oriente Médio; subsecretária-geral para os Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, disse que secretário-geral lamenta reposição pelos Estados Unidos de sanções que tinham sido levantadas.


ONU

A subsecretária-geral para os Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, disse esta quarta-feira que o Irã “continua a implementar os seus compromissos nucleares”.


Conselho de Segurança discute o programa nuclear do Irã | Foto ONU/Manuel Elias

DiCarlo participou num encontro do Conselho de Segurança, em Nova Iorque, que debateu a situação nuclear no país do Oriente Médio.


Acordo

A representante apresentou as principais conclusões do sexto relatório do secretário-geral sobre a implementação de uma resolução do Conselho de Segurança sobre o assunto.

O acordo internacional para restringir o programa nuclear iraniano, conhecido como Plano de Ação Conjunto Abrangente, Jcpoa, na sigla em inglês, entrou em vigor em 1 de janeiro de 2016.

Segundo DiCarlo, no mês passado, a Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, informou o Conselho de Segurança de que o país continua a cumprir os seus compromissos.

A responsável disse que o secretário-geral “acolhe a confirmação de todos os participantes na sua completa e efetiva implementação.”

Para Guterres, “é essencial que o plano continue funcionando para todos seus participantes, incluindo entregando benefícios econômicos tangíveis para o povo iraniano.”


Sanções

Em maio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a retirada unilateral do acordo e o lançamento de novas sanções.

DiCarlo disse que o secretário-geral “lamenta a reposição pelos Estados Unidos de sanções que tinham sido levantadas no cumprimento do plano, depois de sua retirada do Jcpoa.”

Guterres acredita que “assuntos não relacionados diretamente com o plano devem ser resolvidos sem preconceito para preservar o acordo e suas conquistas.”

Ao mesmo tempo, o chefe da ONU pede ao Irã que “considere com cuidado, e resolva, as preocupações expressadas pelos Estados-membros sobre as suas atividades em relação a medidas de restrição” incluídas no acordo.

DiCarlo terminou dizendo que, para Guterres, o plano continua em vigor. O chefe da ONU recorda o pedido Conselho de Segurança para que “todos os Estados-membros, organizações regionais e internacionais apoiem a implementação do plano e se evitem ações que o enfraqueça.”

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