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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

ONU: 'Irã continua honrando seus compromissos nucleares'

Conselho de Segurança debateu situação nuclear no país do Oriente Médio; subsecretária-geral para os Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, disse que secretário-geral lamenta reposição pelos Estados Unidos de sanções que tinham sido levantadas.


ONU

A subsecretária-geral para os Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, disse esta quarta-feira que o Irã “continua a implementar os seus compromissos nucleares”.


Conselho de Segurança discute o programa nuclear do Irã | Foto ONU/Manuel Elias

DiCarlo participou num encontro do Conselho de Segurança, em Nova Iorque, que debateu a situação nuclear no país do Oriente Médio.


Acordo

A representante apresentou as principais conclusões do sexto relatório do secretário-geral sobre a implementação de uma resolução do Conselho de Segurança sobre o assunto.

O acordo internacional para restringir o programa nuclear iraniano, conhecido como Plano de Ação Conjunto Abrangente, Jcpoa, na sigla em inglês, entrou em vigor em 1 de janeiro de 2016.

Segundo DiCarlo, no mês passado, a Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, informou o Conselho de Segurança de que o país continua a cumprir os seus compromissos.

A responsável disse que o secretário-geral “acolhe a confirmação de todos os participantes na sua completa e efetiva implementação.”

Para Guterres, “é essencial que o plano continue funcionando para todos seus participantes, incluindo entregando benefícios econômicos tangíveis para o povo iraniano.”


Sanções

Em maio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a retirada unilateral do acordo e o lançamento de novas sanções.

DiCarlo disse que o secretário-geral “lamenta a reposição pelos Estados Unidos de sanções que tinham sido levantadas no cumprimento do plano, depois de sua retirada do Jcpoa.”

Guterres acredita que “assuntos não relacionados diretamente com o plano devem ser resolvidos sem preconceito para preservar o acordo e suas conquistas.”

Ao mesmo tempo, o chefe da ONU pede ao Irã que “considere com cuidado, e resolva, as preocupações expressadas pelos Estados-membros sobre as suas atividades em relação a medidas de restrição” incluídas no acordo.

DiCarlo terminou dizendo que, para Guterres, o plano continua em vigor. O chefe da ONU recorda o pedido Conselho de Segurança para que “todos os Estados-membros, organizações regionais e internacionais apoiem a implementação do plano e se evitem ações que o enfraqueça.”

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