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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Operação no Afeganistão foi um grave erro, afirma ex-embaixador americano

Segundo o ex-embaixador dos EUA no Uzbequistão, John Herbst, a operação dos EUA no Afeganistão foi um erro e, além disso, não conseguiu solucionar os problemas.


Sputnik

Herbst foi embaixador dos EUA no Uzbequistão entre 2000 e 2003 e esteve envolvido na preparação da operação de entrada das tropas americanas no Afeganistão, durante a presidência de George W. Bush.


Soldados da 173ª brigada de paraquedistas dos EUA no Afeganistão (foto de arquivo)
Tropas dos EUA no Afeganistão © AFP 2018 / MUNIR UZ ZAMAN / AFP

Ele afirma que talvez seja o momento de os EUA deixarem o país, tal como deixaram a Síria. O comentário surgiu depois de o Wall Street Journal relatar que os EUA estariam considerando a ideia de reduzir suas tropas no Afeganistão dentro de algumas semanas.

"Eu acredito que a política de George W. Bush foi terrível. A guerra do Iraque foi definitivamente terrível, bem como a maneira como ele realizou a operação no Afeganistão, um erro muito grave […]", declarou Herbst.

Ele enfatiza que a missão dos EUA não obteve sucesso e, por isso, a decisão de retirar as tropas do país talvez seja a mais sábia. Assim, ele apoia da decisão do presidente americano, Trump. Herbst acredita que a questão é saber se será possível atingir metas tangíveis nesses países.

Assim como na Síria, os EUA acreditaram que seria possível modificar a situação. Entretanto, isso não foi possível e o ex-presidente Barack Obama entendeu essa situação e não entrou no território sírio, o que gerou controvérsias sobre sua política.

O maior erro de Obama ocorreu na Líbia, por isso, ele não queria repetir o mesmo erro na Síria, segundo o ex-embaixador, que observou que Obama não se sentiu suficientemente forte politicamente para abandonar os locais dos conflitos.

Ele referiu que os militares norte-americanos estão realizando operações contra os talibãs no Afeganistão desde 2001, sendo essa a operação mais longa da história. Atualmente, há mais de 14 mil militares norte-americanos na região.

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