Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA não querem competir com novas armas da Rússia, mas não descartam usar armas nucleares

Apesar de um orçamento de defesa maior do que os próximos sete países juntos, os EUA dizem que a Rússia está avançando em uma nova corrida armamentista, e o Pentágono não tem escolha a não ser confiar em sua dissuasão nuclear. Mas quão sinceros eles estão sendo?
Sputnik

"São precisos dois para competir", afirmou nesta semana David Trachtenberg, vice-subsecretário de Defesa dos EUA, acrescentando que os EUA "não estão interessados em equiparar o sistema russo ao sistema".

Ele também observou que "os russos estão desenvolvendo uma incrível quantidade de novos sistemas de armas nucleares" e geralmente "estão fazendo uma série de coisas que simplesmente não estamos fazendo".

Falando no Brookings Institution em Washington, um importante grupo de estudos, Trachtenberg disse que a Rússia lançou recentemente um "programa de modernização militar" ao "re-escalonar e substituir completamente muitos de seus sistemas nucleares tanto no nível estra…

Operação no Afeganistão foi um grave erro, afirma ex-embaixador americano

Segundo o ex-embaixador dos EUA no Uzbequistão, John Herbst, a operação dos EUA no Afeganistão foi um erro e, além disso, não conseguiu solucionar os problemas.


Sputnik

Herbst foi embaixador dos EUA no Uzbequistão entre 2000 e 2003 e esteve envolvido na preparação da operação de entrada das tropas americanas no Afeganistão, durante a presidência de George W. Bush.


Soldados da 173ª brigada de paraquedistas dos EUA no Afeganistão (foto de arquivo)
Tropas dos EUA no Afeganistão © AFP 2018 / MUNIR UZ ZAMAN / AFP

Ele afirma que talvez seja o momento de os EUA deixarem o país, tal como deixaram a Síria. O comentário surgiu depois de o Wall Street Journal relatar que os EUA estariam considerando a ideia de reduzir suas tropas no Afeganistão dentro de algumas semanas.

"Eu acredito que a política de George W. Bush foi terrível. A guerra do Iraque foi definitivamente terrível, bem como a maneira como ele realizou a operação no Afeganistão, um erro muito grave […]", declarou Herbst.

Ele enfatiza que a missão dos EUA não obteve sucesso e, por isso, a decisão de retirar as tropas do país talvez seja a mais sábia. Assim, ele apoia da decisão do presidente americano, Trump. Herbst acredita que a questão é saber se será possível atingir metas tangíveis nesses países.

Assim como na Síria, os EUA acreditaram que seria possível modificar a situação. Entretanto, isso não foi possível e o ex-presidente Barack Obama entendeu essa situação e não entrou no território sírio, o que gerou controvérsias sobre sua política.

O maior erro de Obama ocorreu na Líbia, por isso, ele não queria repetir o mesmo erro na Síria, segundo o ex-embaixador, que observou que Obama não se sentiu suficientemente forte politicamente para abandonar os locais dos conflitos.

Ele referiu que os militares norte-americanos estão realizando operações contra os talibãs no Afeganistão desde 2001, sendo essa a operação mais longa da história. Atualmente, há mais de 14 mil militares norte-americanos na região.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas