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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

Parlamento iraquiano pede retirada de tropas dos EUA

Parlamentares iraquianos condenaram a visita surpresa do presidente dos EUA, Donald Trump, às tropas americanas estacionadas no país, pedindo sua retirada total.


Forças Terrestres

Os deputados dos dois maiores blocos parlamentares condenaram a visita de Trump, que não foi arranjada com o governo iraquiano, considerando-a uma “violação da soberania do Iraque”. Eles também marcaram uma data para discutir a evacuação das tropas americanas do Iraque, relatou o Arab48.

Soldado americano no Iraque

Saleh Al-Saadi, chefe de um desses blocos, disse que “Trump precisa conhecer seus limites. A ocupação americana do Iraque acabou”, acrescentando: “Trump se infiltrou no Iraque como se fosse um dos estados americanos”.

Durante sua visita na quarta-feira, Trump passou três horas dentro de uma base militar dos EUA sem falar com nenhuma autoridade iraquiana, falando apenas com o primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdel-Mahdi, ao telefone. Trump ressaltou que não tinha planos de retirar as 5.200 tropas americanas estacionadas no país.

Este tópico tem sido muito debatido desde maio, quando os partidários do líder xiita Muqtada Al-Sadr conquistaram o maior número de assentos no parlamento iraquiano. Al-Sadr pediu a retirada das tropas americanas do país, além de limitar o papel do Irã nos assuntos internos do Iraque. Outros políticos iraquianos também começaram a pedir a evacuação das tropas americanas após a derrota do Daesh.

As forças americanas invadiram o Iraque em 2003, derrubando seu presidente Saddam Hussein e apoiando a seita xiita no país. Embora as forças dos EUA tenham saído em 2011, eles retornaram em 2014 a pedido do governo do país, na época pró-EUA, para combater o Daesh.

FONTE: Middle East Monitor

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