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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Peças de museu'? Analista comenta declaração do diplomata dos EUA sobre aviões russos

A frota aérea estratégica dos EUA é constituída basicamente por aviões B-52, aeronaves mais velhas que os Tu-160 russos que o embaixador dos EUA na Colômbia chamou de "peças de museu", assinalou o especialista militar russo Viktor Murakhovsky.


Sputnik

Em 10 de dezembro, dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, um avião de transporte militar An-124 e um avião Il-62 aterrissaram nos arredores de Caracas. Os aviões russos realizaram exercícios de interoperabilidade com a Força Aérea venezuelana nesta semana. O embaixador dos EUA na Colômbia, Kevin Whitaker, disse que "aviões dessa idade não são provocações. Realmente são peças de museu."


Um bombardeiro estratégico Tu-160 da Força Aeroespacial russa
Tupolev Tu-160 Blackjack © Sputnik / Vladimir Sergeev

O especialista militar Viktor Murakhovsky comentou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik as afirmações do diplomata norte-americano.

"Nos EUA, se falarmos da aviação de longo curso, esta é basicamente constituída até hoje por bombardeiros B-52H. São aviões muito mais antigos, realmente artefatos, se usarmos esta terminologia, do que os Tu-160 russos. O B-52 é mais ou menos da mesma idade que os aviões turboélice Tu-95 que também temos em serviço", destacou.

Segundo o especialista militar, a aviação estratégica é um instrumento dispendioso, que cumpre missões que não exigem renovação frequente da frota. É um meio estratégico que transporta sistemas de armas nucleares e pode fazê-lo por várias décadas, acrescentou Murakhovsky.

O especialista falou também sobre os bombardeiros norte-americanos В-1 Lancer, igualmente presentes na aviação dos EUA, embora em menor número que os B-52. Ambos os aviões podem usar não só armamento estratégico, mas também tático. Por exemplo, os EUA usaram ativamente os B-1 para lançar ataques de bombas no Oriente Médio, no Afeganistão. Os Tu-160 têm sido usados na Síria para atacar alvos terroristas, mas não tão frequentemente.

"Nós testamos os nossos [aviões Tu-160] quanto ao uso de mísseis de cruzeiro em equipamento comum. O armamento, bem como bombardeiros mostraram a sua eficácia e nós não os usámos mais. Nós utilizamos instrumentos especiais para cada tarefa. As tarefas táticas de destruição de alvos na Síria são realizadas por aviões Su-24, Su-34, Su-25, ou seja, por aeronaves da aviação tático-operacional", contou Murakhovsky.

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