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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Poroshenko acusa Rússia de planejar invasão de duas cidades ucranianas

Recentemente, o presidente ucraniano declarou que a Rússia teria planos de invadir duas cidades ucranianas, Berdyansk e Mariupol, para garantir uma rota terrestre de Donbass à Crimeia.


Sputnik

Entretanto, a declaração de Poroshenko não contém provas ou argumentos reais sobre os planos citados, fazendo com que o deputado da Duma Federal da Rússia, Mikhail Sheremet, considerasse a declaração como algo "absurdo".


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia (foto de arquivo)
Pyotr Poroshenko © Foto : Serviço de imprensa do presidente da Ucrânia

Sheremet afirmou que a declaração do líder ucraniano não passa de um absurdo, e que os planos citados existem apenas na "imaginação inflamada" de Poroshenko, que está tentando passar uma imagem negativa da Rússia, sem qualquer evidência concreta sobre tais planos, enfatizando que o único fato relevante é que a Rússia jamais desistirá de seus territórios, contudo, ela nunca vai pretender invadir outros territórios.

"Por isso, Poroshenko deve considerar todas suas ações antes de planejar novas provocações contra a Rússia, além de parar de culpar a Rússia pelos seus próprios fracassos internos no país […]", ressaltou Sheremet.

Vale ressaltar que o conflito no Leste da Ucrânia entre as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk e as autoridades ucranianas já matou mais de 10 mil pessoas desde abril de 2014.

O acordo de paz assinado em Minsk em 2015 ajudou a reduzir as hostilidades, mas os confrontos continuam e as tensões têm sido elevadas nas últimas semanas após provocações da Marinha ucraniana, quando três navios seus — Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu — atravessaram a fronteira da Rússia, no dia 25 de novembro, violando os artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre direito marítimo.

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