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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Poroshenko decreta fim da lei marcial nas regiões da Ucrânia na fronteira russa

No início de dezembro, o presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, introduziu a lei marcial em algumas regiões ucranianas localizadas na fronteira russa, após o incidente no Estreito de Kerch, no qual três navios ucranianos cruzaram ilegalmente a fronteira marítima da Rússia.


Sputnik

"São exatamente 14h… e a lei marcial está cancelada. Esta é a minha principal decisão, baseada na análise da atual situação de segurança do Estado e apesar do fato de que a situação em torno da Ucrânia não mudou muito", anunciou o presidente em uma reunião do Conselho de Segurança Nacional.


Pyotr Poroshenko participa de uma reunião do Clube de Imprensa em Tóquio, Japão, em 6 de abril de 2016
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / Toru Yamanaka

O chefe de Estado também afirmou que a lei marcial não afetou a realização da eleição presidencial na Ucrânia, que deve ser realizada em 31 de março de 2019.

As declarações do presidente ucraniano seguiram as do presidente da Rússia, Vladimir Putin. Segundo Putin, o incidente no Estreito de Kerch foi uma provocação para introduzir a lei marcial e suspender o direito de voto de regiões com populações russas antes da eleição presidencial na Ucrânia, já que a popularidade de Poroshenko está em baixa.

Em 25 de novembro, os barcos de guerra Berdyansk e Nikopol, da Ucrânia, e o rebocador Yany Kapu, atravessaram ilegalmente a fronteira marítima russa enquanto navegavam em direção ao Estreito de Kerch, em direção do Mar de Azov. Os navios ucranianos foram apreendidos pela Rússia depois de não responderem à patrulha. Após o incidente, Poroshenko assinou um decreto declarando a lei marcial em várias regiões ucranianas localizadas na fronteira russa.

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