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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Presença militar dos EUA na Síria dificulta luta antiterrorista', diz diplomacia russa

A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou nesta quinta-feira (13) que a presença militar dos EUA na Síria não ajuda, mas dificulta a luta contra o terrorismo no país.


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Em 12 de dezembro, o comissário especial dos EUA na coalizão internacional contra o Daesh (auto-intitulado Estado Islâmico, proibido na Rússia e outros países), Brett McGurk, declarou que atualmente os EUA e seus aliados enfrentam dificuldades na luta contra os terroristas na Síria.


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Militares dos EUA no norte da Síria © AP Photo / Hussein Malla

A representante da chancelaria russa enfatizou que tais declarações buscam justificar a presença ilegal armada dos Estados Unidos.

"De acordo com as estimativas russas, [a presença americana] não apenas não responde aos interesses da eliminação final dos terroristas internacionais na Síria, mas também se torna um obstáculo real para atingir esse objetivo", disse Maria Zakharova em entrevista coletiva.

A Síria vive desde março de 2011, um conflito no qual as tropas do governo enfrentam facções armadas da oposição e grupos terroristas.

Os EUA intervieram no conflito sírio em setembro de 2014, liderando uma coalizão internacional que começou a bombardear as posições de grupos terroristas sem o consentimento de Damasco.

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