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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Presidente ucraniano quer abolir tratado de amizade com a Rússia

O presidente ucraniano, PyotrPoroshenko, afirmou neste sábado (8) que assinará, na segunda-feira (10), uma lei abolindo o Tratado de Amizade, Cooperação e Parceria entre Rússia e Ucrânia.


Sputnik

Na quinta-feira (6), o parlamento ucraniano votou pelo não prolongamento do tratado, que vai até 1º de abril de 2019. Dentre os 450 parlamentares, um total de 277 apoiaram a medida.


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia
Pyotr Poroshenko © Foto : Presidência da Ucrânia / Mikhail Palinchak

"Há um certo simbolismo no término do acordo sobre a chamada amizade com a Rússia. Vou assinar a lei correspondente na segunda-feira", disse Poroshenko em sua conta oficial no Twitter.

​O tratado de amizade, cooperação e parceria foi assinado entre os dois países há 21 anos. O documento fundamental para as relações bilaterais entre os países e prevê uma parceria estratégica.

A Rússia disse que a decisão de Kiev prejudicaria ainda mais as relações bilaterais. A oposição ucraniana igualmente condenou a medida como prejudicial aos interesses nacionais da Ucrânia, argumentando do que a medida criaria um vácuo legal nas relações entre os dois países.

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