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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Presidente ucraniano quer abolir tratado de amizade com a Rússia

O presidente ucraniano, PyotrPoroshenko, afirmou neste sábado (8) que assinará, na segunda-feira (10), uma lei abolindo o Tratado de Amizade, Cooperação e Parceria entre Rússia e Ucrânia.


Sputnik

Na quinta-feira (6), o parlamento ucraniano votou pelo não prolongamento do tratado, que vai até 1º de abril de 2019. Dentre os 450 parlamentares, um total de 277 apoiaram a medida.


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia
Pyotr Poroshenko © Foto : Presidência da Ucrânia / Mikhail Palinchak

"Há um certo simbolismo no término do acordo sobre a chamada amizade com a Rússia. Vou assinar a lei correspondente na segunda-feira", disse Poroshenko em sua conta oficial no Twitter.

​O tratado de amizade, cooperação e parceria foi assinado entre os dois países há 21 anos. O documento fundamental para as relações bilaterais entre os países e prevê uma parceria estratégica.

A Rússia disse que a decisão de Kiev prejudicaria ainda mais as relações bilaterais. A oposição ucraniana igualmente condenou a medida como prejudicial aos interesses nacionais da Ucrânia, argumentando do que a medida criaria um vácuo legal nas relações entre os dois países.

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