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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Putin: Poroshenko cria habilmente provocações para responsabilizar Rússia

O presidente russo, Vladmir Putin, afirmou nesta quarta-feira (5) que não responde às tentativas do presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, de falar com ele ao telefone por não querer participar de sua campanha eleitoral e da combinação evidente relacionada à provocação ucraniana no estreito de Kerch.


Sputnik


"Não é que eu simplesmente evite ou não queira falar com Pyotr [Poroshenko], não é isso", afirmou Putin, quando lhe foi pedido por jornalistas para comentar a ausência de uma conversa telefônica com Poroshenko, solicitada pelo lado ucraniano.


Presidente russo, Vladimir Putin
Vladimir Putin © Sputnik / Aleksei Druzhinin

"É que eu não quero participar de sua campanha eleitoral", explicou.

De acordo com ele, o presidente ucraniano cria habilmente situações de crise e provocações para responsabilizar por elas a Rússia, e depois ele quer demonstrar que é "capaz de resolver com êxito os problemas surgidos".

"Esta é uma combinação evidente, eu não quero e não vou participar destas combinações", ressaltou o líder russo.

No dia 25 de novembro, três navios da Marinha ucraniana — Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu — atravessaram a fronteira da Rússia, violando assim o direito marítimo. Os navios entraram em uma zona aquática temporariamente encerrada e efetuaram manobras perigosas, ignorando as advertências da Guarda Costeira russa.

O lado russo se viu obrigado a usar armas. Em seguida, todos os navios ucranianos foram apreendidos e as tripulações foram detidas. A Rússia abriu um processo criminal por violação da fronteira.

Em 26 de novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovou a imposição da lei marcial em 10 regiões da Ucrânia por 30 dias.

Posteriormente, Vladimir Putin qualificou as ações da Marinha ucraniana como uma provocação organizada por Pyotr Poroshenko.

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