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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Reino Unido planeja construir novas bases militares na Ásia e no Caribe

Londres pretende criar duas novas bases militares no Sudeste Asiático e no Caribe depois de deixar a União Europeia, confirmou o secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, em entrevista ao jornal Telegraph.


Sputnik

"Eu também estou estudando cuidadosamente a questão de como aumentar o número de nossos recursos de baseamento avançado, criando um elemento de contenção e garantindo a presença britânica. Estamos considerando essa possibilidade não apenas no Extremo Oriente, mas também no Caribe", disse o secretário de Defesa britânico.


Dois aviões de guerra britânicos - Tornados - sobrevoam base aérea britânica de Akrotiri, localizada perto da cidade costal de Limassol, Chipre, ao voltar de um ataque aéreo contra alvos do Daesh na Síria
Tornados da RAF © AP Photo / Pavlos Vrionides

De acordo com o jornal, citando funcionários que trabalham com Williamson, as novas bases poderiam ser construídas em Singapura ou no Brunei, na área do mar do Sul da China, assim como na Guiana ou em Montserrat, no Caribe.

Segundo o governante, a saída do Reino Unido da UE permitirá ao país ocupar novamente posições-chave na arena internacional.

"Para nós, este é o momento em que podemos voltar a ser um verdadeiro jogador mundial. E eu acho que as Forças Armadas desempenham nisso um papel realmente importante."

Ao mesmo tempo, o político notou que o Reino Unido irá abandonar a estratégia "Ao leste de Suez", adotada em 1968, por causa da qual o país teve que retirar seu contingente de bases militares na Malásia, Singapura, golfo Pérsico e Maldivas.

Previamente, Gavin Williamson também anunciou que o país abrirá em Omã uma nova base de treinamento gigante após a saída da União Europeia para aumentar a influência britânica na região. Segundo as informações, centenas de militares do Reino Unido serão posicionadas na nova base permanente a partir de março de 2019, o mês em que o Reino Unido sairá da UE.

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