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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Russa suspeita de espionagem vai se declarar culpada nos EUA

Maria Butina foi detida em julho. Segundo a imprensa americana, ela estaria tentando fechar um acordo de colaboração com os promotores americanos.


Deutsch Welle

A cidadã russa Maria Butina, que foi detida nos Estados Unidos em julho após ser acusada de espionagem, deve se declarar culpada no processo que começará agora em dezembro, de acordo com documentos judiciais. Segundo a imprensa americana, Butina estaria tentando chegar a um acordo com os promotores americanos.


Russland, Moskau: Maria Butina hält eine Rede (Reuters/ Press Service of Civic Chamber of the Russian Federation)
Segundo as autoridades americanas, Butina iniciou uma suposta operação para tentar favorecer os interesses do Kremlin nos EUA

A defesa de Butina informou hoje ao tribunal que tramita seu caso que a acusada quer mudar a declaração que fez anteriormente, na qual garantiu que era inocente, o que tinha sido antecipado pela imprensa local ao informar que Butina se declarará culpada no processo judicial que começará ainda esse mês.

Butina deverá comparecer diante da juíza responsável por sua causa, Tanya Chutkan, na próxima quarta-feira. Se for considerada culpada, a jovem pode ser condenada uma pena máxima de 15 anos.

A cidadã russa, que permanece presa devido ao risco de fuga, foi detida em Washington por ser uma suposta agente ilegal do Kremlin, depois que o FBI relatou os esforços da jovem para tecer uma rede de influência na política nacional enquanto permanecia no país com uma bolsa de estudos.

Segundo as autoridades americanas, Butina iniciou uma suposta operação para tentar favorecer os interesses do Kremlin nos EUA, primeiro em território russo e depois no americano.

As conexões de Butina, que trabalhava para um alto funcionário russo, lhe levaram a ter encontros com políticos americanos e com a influente Associação Nacional do Rifle (NRA, em inglês).

Desde a sua detenção, no último dia 16 de julho, seus advogados tinham rejeitado as acusações e pedido a sua libertação. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia já disse que a considera uma "presa política".

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