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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Rússia denuncia perigosa intrevenção ocidental nos Balcãs

A Rússia denunciou hoje a perigosa intervenção da União Européia (UE) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) nos assuntos internos dos países balcânicos.


Prensa Latina

Moscou - A Rússia manifesta sua preocupação pelo aumento dos esforço da OTAN e da UE para a assimilação da região balcânica, indicou o ministro de Assuntos Exteriores, Serguei Lavrov.

Sergei Lavrov | Reprodução

Tudo isso leva à formação de novas linhas divisórias e à instabilidade da própria Europa, considerou Lavrov, em declarações ao jornal grego Efimerida t sindakton.

As nações balcânicas são colocadas perante a falsa disjuntiva de estar com Moscou, por um lado, ou com Washington e Bruxelas, pelo outro, afirmou o diplomata russo, em alusão ao caso da Macedônia e Montenegro, candidatos a fazer parte da OTAN.

Essas ações só levam a uma 'maior instabilidade da arquitectura de segurança da Europa, ao aumento da tensão e ao aparecimento de novas linhas divisórias', declarou o ministro russo.

Assim, o regime de protetorado imposto à república ex-yugoslava de Bósnia e Herzegóvina, onde rege um complicado sistema de presidência rotatória de suas três grandes comunidades, impede o desenvolvimento da região, considerou.

O representante especial da UE para Bósnia e Herzegóvina estabelece um regime de protetorado que impede o processo de reconciliação e o cumprimento do acordo de paz, apesar do fato que esse funcionário público deveria ser a garantia desses processos, apontou.

Agora pretendem deslegitimar as eleições realizadas na Bósnia e, principalmente, criar um estado de opinião que coloque em dúvida a vitória do líder dos sérvio-bósnios Miroslav Dodic, declarou Lavrov.

O representante especial e enviado da UE tem direito a anular decisões dos órgãos executivos e legislativos de todas as instâncias da Bósnia e Herzegóvina.

Além disso, tal enviado da UE pode destituir funcionários públicos de qualquer nível, incluindo membros do parlamento e o presidente da República Srpska. Essas decisões de nenhuma forma podem ser revogadas.

Especialistas recordam que nos acordos de Dayton, assinados em 1995 para acabar com o conflito na referida região entre sérvios, croatas e muçulmanos bósnios, em nenhum momento se falava de tais prerrogativas, que foram estabelecidas depois.

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