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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Rússia denuncia perigosa intrevenção ocidental nos Balcãs

A Rússia denunciou hoje a perigosa intervenção da União Européia (UE) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) nos assuntos internos dos países balcânicos.


Prensa Latina

Moscou - A Rússia manifesta sua preocupação pelo aumento dos esforço da OTAN e da UE para a assimilação da região balcânica, indicou o ministro de Assuntos Exteriores, Serguei Lavrov.

Sergei Lavrov | Reprodução

Tudo isso leva à formação de novas linhas divisórias e à instabilidade da própria Europa, considerou Lavrov, em declarações ao jornal grego Efimerida t sindakton.

As nações balcânicas são colocadas perante a falsa disjuntiva de estar com Moscou, por um lado, ou com Washington e Bruxelas, pelo outro, afirmou o diplomata russo, em alusão ao caso da Macedônia e Montenegro, candidatos a fazer parte da OTAN.

Essas ações só levam a uma 'maior instabilidade da arquitectura de segurança da Europa, ao aumento da tensão e ao aparecimento de novas linhas divisórias', declarou o ministro russo.

Assim, o regime de protetorado imposto à república ex-yugoslava de Bósnia e Herzegóvina, onde rege um complicado sistema de presidência rotatória de suas três grandes comunidades, impede o desenvolvimento da região, considerou.

O representante especial da UE para Bósnia e Herzegóvina estabelece um regime de protetorado que impede o processo de reconciliação e o cumprimento do acordo de paz, apesar do fato que esse funcionário público deveria ser a garantia desses processos, apontou.

Agora pretendem deslegitimar as eleições realizadas na Bósnia e, principalmente, criar um estado de opinião que coloque em dúvida a vitória do líder dos sérvio-bósnios Miroslav Dodic, declarou Lavrov.

O representante especial e enviado da UE tem direito a anular decisões dos órgãos executivos e legislativos de todas as instâncias da Bósnia e Herzegóvina.

Além disso, tal enviado da UE pode destituir funcionários públicos de qualquer nível, incluindo membros do parlamento e o presidente da República Srpska. Essas decisões de nenhuma forma podem ser revogadas.

Especialistas recordam que nos acordos de Dayton, assinados em 1995 para acabar com o conflito na referida região entre sérvios, croatas e muçulmanos bósnios, em nenhum momento se falava de tais prerrogativas, que foram estabelecidas depois.

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