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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

Rússia desconfia da saída de tropas dos EUA da Síria

O governo da Rússia não tem plena confiança na saída das tropas dos Estados Unidos da Síria e prefere esperar os fatos antes de fazer avaliações, anunciou nesta segunda-feira o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov.


EFE

Moscou - "As palavras do presidente (dos EUA, Donald) Trump sobre a retirada da Síria, assim como outras afirmações feitas pelos representantes dos Estados Unidos, só vemos como uma declaração. As avaliações virão depois", disse o número dois da diplomacia russa em entrevista à agência "Interfax".


Tropas americanas na Síria em foto de 2017. EFE/ Youssef Rabie Youssef
Tropas americanas na Síria com terroristas, em comboio, em foto de 2017. EFE/ Youssef Rabie Youssef

Ryabkov explicou que, por enquanto, a Rússia não vê "nada novo" na política adotada pelos Estados Unidos em relação ao território sírio.

Na semana passada, o presidente americano proclamou a derrota do grupo jihadista Estado Islâmico na Síria e anunciou a retirada do contingente americano que está no país árabe como parte de uma coalizão internacional.

Segundo o vice-ministro russo, os EUA entrelaçaram a presença na Síria com "um monte de interesses" e encontrará "milhares de razões e pretextos" para os seus planos sobre a saída.

"Mesmo vendo pela televisão ou pelo Youtube o último veículo com a bandeira dos Estados Unidos deixando a Síria, pensarei duas vezes em acreditar ou não", comentou.

De acordo com Ryabkov, caso que a retirada realmente seja confirmada, será um passo "muito significativo e sólido que contribuirá para a melhoria da imagem da política externa dos Estados Unidos".

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