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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Rússia desconfia da saída de tropas dos EUA da Síria

O governo da Rússia não tem plena confiança na saída das tropas dos Estados Unidos da Síria e prefere esperar os fatos antes de fazer avaliações, anunciou nesta segunda-feira o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov.


EFE

Moscou - "As palavras do presidente (dos EUA, Donald) Trump sobre a retirada da Síria, assim como outras afirmações feitas pelos representantes dos Estados Unidos, só vemos como uma declaração. As avaliações virão depois", disse o número dois da diplomacia russa em entrevista à agência "Interfax".


Tropas americanas na Síria em foto de 2017. EFE/ Youssef Rabie Youssef
Tropas americanas na Síria com terroristas, em comboio, em foto de 2017. EFE/ Youssef Rabie Youssef

Ryabkov explicou que, por enquanto, a Rússia não vê "nada novo" na política adotada pelos Estados Unidos em relação ao território sírio.

Na semana passada, o presidente americano proclamou a derrota do grupo jihadista Estado Islâmico na Síria e anunciou a retirada do contingente americano que está no país árabe como parte de uma coalizão internacional.

Segundo o vice-ministro russo, os EUA entrelaçaram a presença na Síria com "um monte de interesses" e encontrará "milhares de razões e pretextos" para os seus planos sobre a saída.

"Mesmo vendo pela televisão ou pelo Youtube o último veículo com a bandeira dos Estados Unidos deixando a Síria, pensarei duas vezes em acreditar ou não", comentou.

De acordo com Ryabkov, caso que a retirada realmente seja confirmada, será um passo "muito significativo e sólido que contribuirá para a melhoria da imagem da política externa dos Estados Unidos".

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