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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Rússia diz aos EUA que ataque químico contra Aleppo foi feito por extremistas

A Rússia afirmou neste sábado aos Estados Unidos que tem "provas irrefutáveis" do uso de substâncias tóxicas por parte dos extremistas na cidade síria de Aleppo em novembro, refutando as acusações do governo americano de que o regime sírio teria sido o responsável pelo ataque.


EFE

"A parte russa tem provas irrefutáveis do uso de munição com agentes tóxicos contra civis por parte de terroristas em 24 de novembro de 2018 em Aleppo", afirmou o Ministério da Defesa russo em comunicado.


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Na sexta-feira, os EUA acusaram Rússia e Síria de inventarem um ataque de grupos extremistas com gás de cloro em novembro no noroeste de Aleppo para depois usarem gás lacrimogêneo contra civis.

Um dos porta-vozes da diplomacia americana, Robert Palladino, comentou que os governos russo e sírio estiveram envolvidos nesses incidentes com gás lacrimogêneo e considerou que ambos "estão utilizando o fato como uma oportunidade para minar a confiança no cessar-fogo em Idlib".

A Rússia considera que os EUA, com estas declarações, pretendem gerar "barulho" e "desviar a atenção da comunidade internacional dos crimes da aviação americana no leste da Síria", onde "já ataca há mais de um mês as localidades na região de Hajin e provoca a morte de dezenas de civis".

O Ministério da Defesa russo frisou que as afirmações "histéricas" do Departamento de Estado dos EUA "não são mais que uma tentativa de limpar os terroristas internacionais que operam em Idlib associados com os falsos socorristas dos capacetes brancos".

Segundo Moscou, o Ministério da Defesa denunciou "durante mais de meio ano" o suposto "fornecimento (de agentes tóxicos) das agências de inteligência ocidental aos terroristas, assim como aos capacetes brancos".

Os capacetes brancos, que ganharam notoriedade e um amplo apoio dos países ocidentais, resgata civis nas zonas de conflito, mas são acusados pelas autoridades sírias e pela Rússia de terem vínculos com grupos extremistas.

Como suposta prova da inocência do governo sírio no ataque, a Rússia sustentou que este solicitou oficialmente o envio a Aleppo de especialistas da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) para que investiguem os fatos.

Pelo menos 107 civis foram internados com sintomas de intoxicação após o suposto ataque químico, segundo fontes médicas citadas pela televisão pública e pela agência oficial "Sana".

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