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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia diz aos EUA que ataque químico contra Aleppo foi feito por extremistas

A Rússia afirmou neste sábado aos Estados Unidos que tem "provas irrefutáveis" do uso de substâncias tóxicas por parte dos extremistas na cidade síria de Aleppo em novembro, refutando as acusações do governo americano de que o regime sírio teria sido o responsável pelo ataque.


EFE

"A parte russa tem provas irrefutáveis do uso de munição com agentes tóxicos contra civis por parte de terroristas em 24 de novembro de 2018 em Aleppo", afirmou o Ministério da Defesa russo em comunicado.


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Na sexta-feira, os EUA acusaram Rússia e Síria de inventarem um ataque de grupos extremistas com gás de cloro em novembro no noroeste de Aleppo para depois usarem gás lacrimogêneo contra civis.

Um dos porta-vozes da diplomacia americana, Robert Palladino, comentou que os governos russo e sírio estiveram envolvidos nesses incidentes com gás lacrimogêneo e considerou que ambos "estão utilizando o fato como uma oportunidade para minar a confiança no cessar-fogo em Idlib".

A Rússia considera que os EUA, com estas declarações, pretendem gerar "barulho" e "desviar a atenção da comunidade internacional dos crimes da aviação americana no leste da Síria", onde "já ataca há mais de um mês as localidades na região de Hajin e provoca a morte de dezenas de civis".

O Ministério da Defesa russo frisou que as afirmações "histéricas" do Departamento de Estado dos EUA "não são mais que uma tentativa de limpar os terroristas internacionais que operam em Idlib associados com os falsos socorristas dos capacetes brancos".

Segundo Moscou, o Ministério da Defesa denunciou "durante mais de meio ano" o suposto "fornecimento (de agentes tóxicos) das agências de inteligência ocidental aos terroristas, assim como aos capacetes brancos".

Os capacetes brancos, que ganharam notoriedade e um amplo apoio dos países ocidentais, resgata civis nas zonas de conflito, mas são acusados pelas autoridades sírias e pela Rússia de terem vínculos com grupos extremistas.

Como suposta prova da inocência do governo sírio no ataque, a Rússia sustentou que este solicitou oficialmente o envio a Aleppo de especialistas da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) para que investiguem os fatos.

Pelo menos 107 civis foram internados com sintomas de intoxicação após o suposto ataque químico, segundo fontes médicas citadas pela televisão pública e pela agência oficial "Sana".

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