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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Rússia exige investigação de ataques aéreos da OTAN no Afeganistão

Moscou exige uma investigação completa dos ataques aéreos da coalizão liderada pela OTAN em províncias afegãs e levar os responsáveis ​​à justiça. A informação foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia nesta segunda-feira (3).


Sputnik

De acordo com a chancelaria, os ataques aéreos na província de Helmand mataram pelo menos 23 pessoas e feriram três civis, enquanto as ações militares da coalizão em Paktia mataram oito e feriram quatro civis, elevando o número de incidentes semelhantes para pelo menos cinco na segunda quinzena de novembro.


Soldado da OTAN no Afeganistão, foto de arquivo
Tropa da OTAN no Afeganistão © AP Photo / Massoud Hossaini

"A situação causa profunda preocupação. Essa falta criminosa de profissionalismo levanta sérias questões sobre as atividades das tropas da OTAN no Afeganistão. Até onde podemos ver, o aumento observado nas baixas está diretamente relacionado à decisão norte-americana anunciada anteriormente de intensificar sua atividade militar no Afeganistão", disse o ministério em um comunicado.

"Exigimos que uma investigação completa dos incidentes acima mencionados seja realizada e que os responsáveis ​​sejam levados à justiça", destacou a diplomacia russa.

A missão Apoio Resoluto da OTAN no Afeganistão teve início em 2015 e inclui mais de 13 mil militares que treinam e assessoram as forças de segurança afegãs no combate a terroristas, em primeiro lugar ao Talibã (proibido na Rússia).

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