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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Rússia impõe novo embargo a produtos e alimentos ucranianos

O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, anunciou neste sábado um novo embargo a produtos e alimentos da Ucrânia como represália por medidas similares adotadas pelo governo do país vizinho após o incidente naval no mar Negro.


EFE

Moscou - Anunciado no Twitter por Medvedev, o embargo será aplicado tanto aos produtos fabricados ou processados na Ucrânia como àqueles que chegam ao mercado russo através do território ucraniano.


O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev. EPA/KIMMO BRANDT
O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev | EPA/KIMMO BRANDT

A lista de artigos sancionados inclui turbinas - com exceção das utilizadas na aviação civil -, máquinas pesadas, transformadores e produtos químicos, entre outros.

Além disso, também foi proibida a exportação de trigo e óleo de cozinha; conservas de peixe, frutas e verduras; chocolates, pães, doces, biscoitos e bolos; moluscos e caviar; vinhos, licores e sucos de frutas, segundo o governo russo, que se disse disposto a revogar o embargo caso Kiev faça o mesmo em relação às sanções que aplicou a alguns artigos russos.

Moscou já havia imposto, em janeiro de 2016, um embargo a carnes, peixes frescos, frutas, verduras, produtos lácteos e sal ucranianos.

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, anunciou há poucos dias novas sanções à Rússia por apoiar as eleições nas áreas separatistas das regiões de Donetsk e Lugansk e em função do incidente naval no mar Negro entre os dois países. Além disso, prolongou por um ano o embargo a uma série de produtos russos e também as sobretaxas a alguns artigos.

Medvedev já tinha aumentado na terça-feira a lista de funcionários, comandantes militares, deputados e empresas ligadas ao governo ucraniano sancionados.

As tensões entre os dois países se intensificaram com o incidente ocorrido em 25 de novembro no mar Negro. Na ocasião, três navios ucranianos com 24 pessoas a bordo foram feitos prisioneiros pela guarda costeira da Rússia por violação das águas territoriais do país, atuação que Poroshenko e governos ocidentais classificaram como "agressão".

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