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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia impõe novo embargo a produtos e alimentos ucranianos

O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, anunciou neste sábado um novo embargo a produtos e alimentos da Ucrânia como represália por medidas similares adotadas pelo governo do país vizinho após o incidente naval no mar Negro.


EFE

Moscou - Anunciado no Twitter por Medvedev, o embargo será aplicado tanto aos produtos fabricados ou processados na Ucrânia como àqueles que chegam ao mercado russo através do território ucraniano.


O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev. EPA/KIMMO BRANDT
O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev | EPA/KIMMO BRANDT

A lista de artigos sancionados inclui turbinas - com exceção das utilizadas na aviação civil -, máquinas pesadas, transformadores e produtos químicos, entre outros.

Além disso, também foi proibida a exportação de trigo e óleo de cozinha; conservas de peixe, frutas e verduras; chocolates, pães, doces, biscoitos e bolos; moluscos e caviar; vinhos, licores e sucos de frutas, segundo o governo russo, que se disse disposto a revogar o embargo caso Kiev faça o mesmo em relação às sanções que aplicou a alguns artigos russos.

Moscou já havia imposto, em janeiro de 2016, um embargo a carnes, peixes frescos, frutas, verduras, produtos lácteos e sal ucranianos.

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, anunciou há poucos dias novas sanções à Rússia por apoiar as eleições nas áreas separatistas das regiões de Donetsk e Lugansk e em função do incidente naval no mar Negro entre os dois países. Além disso, prolongou por um ano o embargo a uma série de produtos russos e também as sobretaxas a alguns artigos.

Medvedev já tinha aumentado na terça-feira a lista de funcionários, comandantes militares, deputados e empresas ligadas ao governo ucraniano sancionados.

As tensões entre os dois países se intensificaram com o incidente ocorrido em 25 de novembro no mar Negro. Na ocasião, três navios ucranianos com 24 pessoas a bordo foram feitos prisioneiros pela guarda costeira da Rússia por violação das águas territoriais do país, atuação que Poroshenko e governos ocidentais classificaram como "agressão".

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