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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Saída de Mattis pressiona Trump não tirar tropas dos EUA da Síria, diz ex-oficial da CIA

A decisão do presidente Donald Trump de retirar todas as tropas norte-americanas do norte da Síria, onde apoiaram rebeldes curdos, já desencadeou uma cruzada política para forçá-lo a reverter a medida, disse o oficial aposentado da CIA, Phil Giraldi, à Sputnik.


Sputnik

"Isso significa que a intensa pressão do establishment para reverter a decisão de Trump sobre a Síria já começou", revelou Giraldi, que também serviu na contra-inteligência do Exército dos EUA.


Militares americanos e rebeldes do Maghaweer al-Thawra, apoiado pelos EUA, em Al Tanf, no sul da Síria
Terroristas sírios e militares dos EUA na base norte-americana na Síria © AP Photo / Hammurabi's Justice News

Trump anunciou nesta semana planos de retirar 2.000 soldados norte-americanos do norte da Síria, onde apoiaram rebeldes curdos nas Forças Democráticas Sírias (SDF). Ele também ordenou a retirada de cerca de metade dos 14 mil militares dos EUA no Afeganistão, de acordo com relatos da mídia.

As retiradas planejadas — que têm a oposição de muitos republicanos e democratas no Congresso — provocaram a renúncia do secretário de Defesa James Mattis na quinta-feira.

A mídia norte-americana também está unida em se opor aos esforços de Trump para reduzir as tensões no Oriente Médio, observou Giraldi, um membro da Veteran Intelligence Professionals for Sanity, formado por ex-funcionários da CIA, NSA, FBI, inteligência militar e outras agências dos EUA.

"A mídia de hoje foi toda hostil, assim como a turma tagarelice e os especialistas. Os neoconservadores já estão a bordo e testemunham a opinião dos editores", disse Giraldi.

Nas próximas semanas, a pressão sobre o presidente para reverter sua decisão de retirada continuará a se intensificar, previu Giraldi.

"Haverá muito, muito mais vindo de todas as direções para incluir grande parte do Partido Republicano e todos os amigos de Israel", comentou.

Trump não tinha a experiência política e habilidade para resistir às pressões que estava prestes a enfrentar na questão, Giraldi advertiu.

"A habilidade de Trump em perseverar tem que ser questionada, já que ele não tem a habilidade política de reunir todos os elementos que acreditam, como eu, que foi a decisão certa", completou.

Philip Giraldi é hoje diretor executivo do Conselho do Interesse Nacional, um grupo que defende políticas governamentais mais imparciais no Oriente Médio.

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