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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Senador dos EUA à CNN: 'Trump está reavaliando retirada de tropas da Síria'

Trump está reavaliando a retirada total das tropas dos EUA na Síria, disse à CNN o senador republicano Lindsey Graham. De acordo com o congressista, o presidente estaria ponderando as análises de inteligência que avaliam possível recuperação do Daesh (grupo terrorista denominado Estado Islâmico) após a saída de militares americanos.


Sputnik

Anunciada no início deste mês, a decisão de Trump em sair abruptamente da Síria foi o estopim que culminou com a renúncia do então secretário de Defesa, James Mattis e do enviado dos EUA à coalizão, Brett McGurk.


Resultado de imagem para Lindsey Graham
Lindsey Graham e Donald Trump | Reprodução

O movimento também irritou aliados dos EUA que fazem parte da Coalizão Internacional na Síria. Alemanha, França e Reino Unido foram alguns dos países a se manifestarem de forma contrária Trump.

"O presidente está reconsiderando como faremos isso", disse Graham na CNN. O senador disse ainda que a retirada foi avaliada junto ao general da Marinha e chefe do Estado-Maior Conjunto, Joe Dunford. "Vou pedir a ele que se sente com seus generais e reconsidere como fazer isso", completou.

Procurada pela emissora, o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca não quis comentar a afirmação do senador.

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