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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

The National Interest analisa eficácia do sistema de defesa antiaérea Tor da Rússia

A revista norte-americana The National Interest analisou a eficácia do sistema de defesa antiaérea russo Tor e concluiu que os EUA deveriam ser especialmente cautelosos com isso.


Sputnik

O autor da publicação, Charlie Gao, escreveu que o sistema russo Tor, adotado em 1985, foi desenvolvido como substituto ao sistema Osa a nível de divisão, tendo que reagir mais rapidamente a ameaças como munições guiadas de precisão e mísseis de cruzeiro.


Os sistemas da família Tor gozam de um enorme potencial para ulterior modernização, sublinham os especialistas
© Sputnik / Vitaliy Timkiv

Mísseis e radares de rastreamento e de busca são combinados em um único veículo completamente autossuficiente, destaca a revista. Além disso, o Tor usa lançamento vertical a direito (similar ao S-300), tem oito mísseis armazenados em contêineres verticais que são lançados a uma altura de 20 metros, sendo o motor do foguete ligado depois de o míssil ficar apontado.

"Isso permite que o Tor engaje um alvo em 10 segundos enquanto está em movimento, e em 8 segundos, se estiver parado", observa a edição.

Enquanto o Tor-M2 é um sistema mais avançado que o Tor-M1 (que entrou em serviço em 1991), podendo engajar quatros a dez alvos simultaneamente, conforme as fontes.

Devido a novos sistemas eletrônicos, além de ter uma resposta mais rápida a ameaças, possui também dois canais de orientação podendo seguir um número maior de alvos, inclusive bombas guiadas a laser.

A edição ainda destaca que o lançamento vertical é uma vantagem significativa quando vários alvos surgem de diferentes direções, pois seu "lançador não precisa girar antes de lançar o míssil".

Esse sistema de defesa antiaérea, que é amplamente utilizado no Exército da Rússia, possui diferentes chassis, sendo que alguns são projetados para condições extremas, como na região ártica, bem como chassis com rodas para exportação, diz o autor. Ademais, o Tor pode ser usado juntamente com outro sistema russo, o Pantsir, capaz de disparar em veículos aéreos não tripulados pequenos.

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