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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

The Times: mercenários de Kiev em Donbass foram treinados pelo Daesh

O jornal britânico The Times informou nesta quarta-feira que alguns "combatentes" das tropas ucranianas em Donbass foram treinados no Oriente Médio pelo grupo terrorista Daesh.


Sputnik

"Diversos combatentes do batalhão reconhecem que foram treinados e melhoraram suas capacidades combativas em acampamentos militares do Daesh na Síria e no Iraque", escreveu o jornal.


Combatentes do batalhão Azov prestam juramento em Kiev antes de serem enviados a Donbass, julho de 2014
Batalhão Azov, da Ucrânia © Sputnik / Yevgeny Kotenko

O jornal informou que o batalhão conhecido como Sheikh Mansur, em nome de um dos líderes da resistência chechena do século XVIII, é chefiado por Muslim Cheberloevski, um radical, que usa uma faca de combate com inscrição "Morte aos separatistas!".

Segundo a imprensa, o batalhão de mercenários não está ligado diretamente aos militares ucranianos, mas The Times criticou Kiev por fechar os olhos para a actividade desses "combatentes" autônomos.

Desde abril de 2014 a Ucrânia vive um conflito armado. As autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk combatem as tropas de Kiev, e grupos armados financiados pelo governo central. As autoproclamadas repúblicas foram uma reação ao golpe de Estado, ocorrido no país, também em 2014.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, lançaram as bases para uma solução política do conflito, mas os embates violentos continuam acontecendo até hoje.

Até o momento, mais de 10.300 pessoas morreram durante o conflito, segundo estimativas da ONU.

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