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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

The Times: mercenários de Kiev em Donbass foram treinados pelo Daesh

O jornal britânico The Times informou nesta quarta-feira que alguns "combatentes" das tropas ucranianas em Donbass foram treinados no Oriente Médio pelo grupo terrorista Daesh.


Sputnik

"Diversos combatentes do batalhão reconhecem que foram treinados e melhoraram suas capacidades combativas em acampamentos militares do Daesh na Síria e no Iraque", escreveu o jornal.


Combatentes do batalhão Azov prestam juramento em Kiev antes de serem enviados a Donbass, julho de 2014
Batalhão Azov, da Ucrânia © Sputnik / Yevgeny Kotenko

O jornal informou que o batalhão conhecido como Sheikh Mansur, em nome de um dos líderes da resistência chechena do século XVIII, é chefiado por Muslim Cheberloevski, um radical, que usa uma faca de combate com inscrição "Morte aos separatistas!".

Segundo a imprensa, o batalhão de mercenários não está ligado diretamente aos militares ucranianos, mas The Times criticou Kiev por fechar os olhos para a actividade desses "combatentes" autônomos.

Desde abril de 2014 a Ucrânia vive um conflito armado. As autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk combatem as tropas de Kiev, e grupos armados financiados pelo governo central. As autoproclamadas repúblicas foram uma reação ao golpe de Estado, ocorrido no país, também em 2014.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, lançaram as bases para uma solução política do conflito, mas os embates violentos continuam acontecendo até hoje.

Até o momento, mais de 10.300 pessoas morreram durante o conflito, segundo estimativas da ONU.

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