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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

The Times: mercenários de Kiev em Donbass foram treinados pelo Daesh

O jornal britânico The Times informou nesta quarta-feira que alguns "combatentes" das tropas ucranianas em Donbass foram treinados no Oriente Médio pelo grupo terrorista Daesh.


Sputnik

"Diversos combatentes do batalhão reconhecem que foram treinados e melhoraram suas capacidades combativas em acampamentos militares do Daesh na Síria e no Iraque", escreveu o jornal.


Combatentes do batalhão Azov prestam juramento em Kiev antes de serem enviados a Donbass, julho de 2014
Batalhão Azov, da Ucrânia © Sputnik / Yevgeny Kotenko

O jornal informou que o batalhão conhecido como Sheikh Mansur, em nome de um dos líderes da resistência chechena do século XVIII, é chefiado por Muslim Cheberloevski, um radical, que usa uma faca de combate com inscrição "Morte aos separatistas!".

Segundo a imprensa, o batalhão de mercenários não está ligado diretamente aos militares ucranianos, mas The Times criticou Kiev por fechar os olhos para a actividade desses "combatentes" autônomos.

Desde abril de 2014 a Ucrânia vive um conflito armado. As autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk combatem as tropas de Kiev, e grupos armados financiados pelo governo central. As autoproclamadas repúblicas foram uma reação ao golpe de Estado, ocorrido no país, também em 2014.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, lançaram as bases para uma solução política do conflito, mas os embates violentos continuam acontecendo até hoje.

Até o momento, mais de 10.300 pessoas morreram durante o conflito, segundo estimativas da ONU.

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