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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Trump diz que 'EUA não podem continuar sendo a polícia do mundo'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou durante uma visita surpresa ao Iraque nesta quarta-feira (26) que os EUA não podem continuar sendo a 'polícia do mundo'.


Sputnik

"Os Estados Unidos não podem continuar sendo a polícia do mundo", disse Trump. "Não é justo que o fardo caia todo sobre nós, os Estados Unidos".


O presindente dos EUA, Donald Trump, discursa durante visita às tropas norte-americanas no Iraque.
Donald Trump © AP Photo / Andrew Harnik

Trump explicou que outros países devem expressar vontade em contribuir para a derrota de grupos terroristas como Daesh, que é proibido na Rússia.

"Na Síria, [o presidente turco Recep Tayyip] Erdogan disse que ele quer derrotar o ISIS [Daesh], o que sobrar, os remanescentes do ISIS. E a Arábia Saudita veio e disse que eles vão pagar pelo desenvolvimento econômico. O que é ótimo, o que significa que nós não vamos pagar", disse Trump.

O presidente norte-americano ainda apontou que a presença militar dos Estados Unidos foi expandida globalmente — uma situação que ele caracterizou como ridícula.

"Nós nos espalhamos pelo mundo inteiro. Nós estamos em países que a maioria das pessoas nunca sequer ouviu falar. Francamente, é ridículo", disse Trump.

Em 19 de dezembro, a Casa Branca anunciou que os EUA iriam retirar 2 mil soldados da Síria. Isso seria feito entre 60 e 100 dias. O motivo alegado por Trump é de que o Daesh foi derrotado. A administração também afirmou que pretende retirar as tropas do Afeganistão.

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