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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Turquia decide entrar no norte da Síria mais cedo possível

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, declarou que Ancara está determinada a entrar no norte da Síria, leste do rio Eufrates o mais cedo possível, informou o jornal turco Hurriyet.


Sputnik

Essa declaração chegou logo após as informações de que o presidente turco convidou seu homólogo estadunidense para visitar Ancara.


Soldados turcos estão em cima de tanque do exército turco de volta para a Turquia da cidade fronteiriça sírio-turca de Jarabulus em setembro na cidade fronteiriça turco-síria de Karkamis
Tropas turcas na fronteira com a Síria © AFP 2018 / BULENT KILIC

Anteriormente, o porta-voz do presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan revelou que militares dos EUA estão prontos para se encontrar com colegas turcos para discutir a coordenação na Síria em meio à saída das tropas estadunidenses do país.

Na quarta-feira (19), Donald Trump declarou que os EUA derrotaram o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) na Síria, acrescentando que o grupo terrorista era a única razão pela qual as tropas dos EUA estavam combatendo no país do Oriente Médio.

Essa decisão foi criticada pelos aliados europeus dos EUA, incluindo a França e Alemanha. Mevlut Cavusoglu, por sua vez, declarou que a operação militar turca no norte da Síria seria adiada até as tropas norte-americanas saírem. Ao mesmo tempo, o porta-voz de Erdogan afirmou que Ancara planeja coordenar suas ações na luta contra terroristas com Moscou.

Em meados de dezembro, Erdogan declarou que o exército turco estaria em prontidão para iniciar, o mais breve possível, uma operação militar contra as forças das Unidades de Proteção Popular curdas (YPG), ao lado oriental do rio Eufrates. Entretanto, depois de conversa telefônica com o presidente dos EUA, Donald Trump, o presidente declarou ter decidido adiar o início da operação militar na Síria.

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