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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Turquia diz estar 'insatisfeita' com alegações de Riad sobre morte de Khashoggi

A Turquia está insatisfeita com as explicações da Arábia Saudita em relação ao assassino do proeminente jornalista saudita Jamal Khashoggi, afirmou neste sábado o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.


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"Nós consideramos isso como um assassinato desprezível. Infelizmente, a Arábia Saudita não nos apoia. No início, houve uma mentira de que ele [Khashoggi] deixou o consulado. [No entanto] há evidências de que ele foi morto: há uma gravação de áudio de sete minutos, nós compartilhamos com o mundo", afirmou a jornalistas à margem da cúpula do G20.


Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia
Recep Tayyip Erdogan © REUTERS / Umit Bektas

"A Turquia entregou [a gravação] para os Estados Unidos, a Arábia Saudita, o Reino Unido — todos aqueles que queriam. Nós não podemos estar satisfeitos com as explicações que temos", acrescentou Erdogan.

Ancara insiste que Riad deve extraditar os responsáveis pelo assassinato, reiterou Erdogan.

"Mas este não é apenas o caso da Turquia, mas do mundo inteiro. Ainda não recebemos nenhuma informação do lado saudita sobre os cúmplices dos assassinos. Eles devem revelá-lo", sublinhou.

Khashoggi, colunista do jornal estadunidense The Washington Post era conhecido por suas críticas ao governo saudita. Ele desapareceu em 2 de outubro, depois de entrar no consulado saudita em Istambul.


O reconhecimento da Arábia Saudita de que o jornalista tinha sido morto em uma luta no interior do consulado veio após duas semanas de negações e crescente pressão dos aliados ocidentais para fornecer explicações.

Em 26 de outubro, o promotor saudita reconheceu que o assassinato do jornalista foi premeditado. No entanto, Riad sustenta que o assassinato nada tinha a ver com a família real saudita, descrevendo a operação como clandestina.

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