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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Ucrânia praticamente perdeu apoio político do Ocidente, afirma general ucraniano

A Ucrânia praticamente perdeu o apoio dos países ocidentais porque cria problemas para eles, declarou ao canal de televisão 112 o general e ex-ministro da Defesa da Ucrânia Aleksandr Kuzmuk.


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"Não é fácil fazer uma avaliação franca. Ela não é positiva. Estamos nos tornando um fator irritante para a Europa e para os EUA", disse Kuzmuk, comentando a reação ao incidente no estreito de Kerch e a situação na Ucrânia.


Bandeira da Ucrânia é hasteada em ato que pede a entrada do país na União Europeia
© Sputnik / Pavel Palamarchuk

Ele observou que o Ocidente espera que Kiev resolva seus problemas por conta própria.

"E o pior é que ficamos sem o apoio político", concluiu o general.

Em 2014, Kiev abandonou o status de país não-alinhado. Em 2016, a entrada na OTAN se tornou o objetivo da política externa do país. Até 2020, a Ucrânia deve assegurar a plena compatibilidade de suas Forças Armadas com as forças dos países da Aliança.

Por sua vez, o ex-secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, declarou que os preparativos para a entrada no bloco político-militar ainda levariam muito tempo. Segundo os especialistas, Kiev não poderá pretender aderir à Aliança nos próximos 20 anos.

Em novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) adotou um projeto que estabelece como objetivo do país a adesão à União Europeia e à OTAN. Além disso, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, propôs uma série de cláusulas que poderão "consolidar a escolha da Ucrânia e o seu lugar como membro da família europeia".

No entanto, segundo o comissário europeu para o Alargamento e Política de Vizinhança, Johannes Hahn, é irrealista falar sobre a adesão de Kiev à UE nos próximos anos. Ele enfatizou que o país deve se concentrar na implementação do acordo de associação com a União Europeia.

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