Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Ucrânia se compromete a respeitar nova trégua em Donbass

Kiev está respeitará o novo cessar-fogo na região leste da Ucrânia, fechado nesta quinta-feira (27), que entrará em vigor à meia-noite do dia 29 de dezembro, disse o enviado de Kiev ao Grupo de Contato Trilateral sobre Donbass, Evgueni Marchuk.


Sputnik

"Hoje [quinta-feira] confirmamos e declaramos que amanhã, a partir das 00:00 [20h no horário de Brasília], a Ucrânia garantirá um armistício completo", disse Marchuk à emissora ucraniana Priamói.


Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass, região de Lugansk
Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass © Sputnik / Sergei Averin

Marchuk ainda acrescentou que Kiev precisa "aproveitar ao máximo essa trégua para reconstruir instalações de infraestrutura crítica que foram danificadas".

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra milícias no leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta ao que foi considerado seus cidadãos um golpe em Kiev, em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabeleceram as bases para uma solução política para o conflito. No entanto, os acordos não levaram ao fim da violência, cujo resultado a ONU estima em mais de 10,3 mil mortes, além de cerca de 1,8 milhão de deslocados e afetados pelo conflito.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas