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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Ucrânia se compromete a respeitar nova trégua em Donbass

Kiev está respeitará o novo cessar-fogo na região leste da Ucrânia, fechado nesta quinta-feira (27), que entrará em vigor à meia-noite do dia 29 de dezembro, disse o enviado de Kiev ao Grupo de Contato Trilateral sobre Donbass, Evgueni Marchuk.


Sputnik

"Hoje [quinta-feira] confirmamos e declaramos que amanhã, a partir das 00:00 [20h no horário de Brasília], a Ucrânia garantirá um armistício completo", disse Marchuk à emissora ucraniana Priamói.


Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass, região de Lugansk
Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass © Sputnik / Sergei Averin

Marchuk ainda acrescentou que Kiev precisa "aproveitar ao máximo essa trégua para reconstruir instalações de infraestrutura crítica que foram danificadas".

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra milícias no leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta ao que foi considerado seus cidadãos um golpe em Kiev, em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabeleceram as bases para uma solução política para o conflito. No entanto, os acordos não levaram ao fim da violência, cujo resultado a ONU estima em mais de 10,3 mil mortes, além de cerca de 1,8 milhão de deslocados e afetados pelo conflito.

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