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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Ucrânia se compromete a respeitar nova trégua em Donbass

Kiev está respeitará o novo cessar-fogo na região leste da Ucrânia, fechado nesta quinta-feira (27), que entrará em vigor à meia-noite do dia 29 de dezembro, disse o enviado de Kiev ao Grupo de Contato Trilateral sobre Donbass, Evgueni Marchuk.


Sputnik

"Hoje [quinta-feira] confirmamos e declaramos que amanhã, a partir das 00:00 [20h no horário de Brasília], a Ucrânia garantirá um armistício completo", disse Marchuk à emissora ucraniana Priamói.


Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass, região de Lugansk
Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass © Sputnik / Sergei Averin

Marchuk ainda acrescentou que Kiev precisa "aproveitar ao máximo essa trégua para reconstruir instalações de infraestrutura crítica que foram danificadas".

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra milícias no leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta ao que foi considerado seus cidadãos um golpe em Kiev, em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabeleceram as bases para uma solução política para o conflito. No entanto, os acordos não levaram ao fim da violência, cujo resultado a ONU estima em mais de 10,3 mil mortes, além de cerca de 1,8 milhão de deslocados e afetados pelo conflito.

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