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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Ucrânia tenciona comprar até 20 novos tipos de armamento

A Ucrânia comprará até vinte tipos de armas que as Forças Armadas ucranianas ainda não têm. A maioria delas será de produção ucraniana, comunicou o ministro da Defesa do país, Stepan Poltorak, durante a sua viagem no domingo (30) à região de Lvov.


Sputnik

O Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia aprovou na quarta-feira (26) os índices principais das encomendas do Ministério da Defesa ucraniano para 2019-2021, cujo financiamento foi aumentado em 2019 em 33 bilhões de grívnias (R$ 4,7 bilhões) em comparação com o ano anterior. Na esfera de defesa para 2019 estão previstos gastos no valor de 212 bilhões de grívnias (R$ 29,1 bilhões), o que representa 5,37% do PIB.


Caça ucraniano MiG-29 estaciona na base aérea de Vasilkov perto de Kiev, Ucrânia, 23 de novembro de 2016
MiG-29 ucraniano © AP Photo / Efrem Lukatsky

Em 2019, a Ucrânia tem a intenção de concluir uma série de projetos prioritários de criação de mísseis e foguetes.

"Nós planejamos aumentar a compra de novos armamentos e daqueles que ainda não temos em serviço. Até 20 tipos dos que hoje não temos em serviço, nós planejamos não só comprar como criar na Ucrânia. Eu diria que a maioria das armas será de produção nacional", cita as palavras de Poltorak a assessoria de imprensa da entidade.

Segundo ele, estes planos estão previstos nas encomendas do Ministério da Defesa do país, que são "muito otimistas e dão fundamentos para lutar pelo futuro com grandes perspectivas".

O ministro sublinhou que a Ucrânia está recebendo novo armamento poderoso com tecnologias de ponta, que permite "derrotar o inimigo e defender o país", acrescentando, entretanto, que a prioridade é concedida aos produtores nacionais.

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