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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

União Europeia prorroga sanções econômicas contra Rússia por conflito na Ucrânia

Por unanimidade, Conselho Europeu decidiu que sanções serão estendidas até julho. Ação foi imposta em 2014, após derrubada de avião da Malaysia Airlines, e tem sido prorrogada a cada seis meses desde então por novos motivos.


France Presse

Chefes de Estado europeus acordaram nesta quinta-feira (13) prorrogar por seis meses as sanções econômicas contra a Rússia por seu papel no conflito na Ucrânia, por não terem sido registrados avanços na aplicação dos acordos de paz de Minsk.

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"A União Europeia (UE) prorroga unanimemente as sanções econômicas contra a Rússia, visto que não se avançou na aplicação dos acordos de Minsk", anunciou o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. A vigência se estende até julho.

A UE decidiu impor sanções a setores energéticos, de defesa e bancos russos pela primeira vez em 31 de julho de 2014, após a derrubada de um avião da companhia Malaysia Airlines no leste da Ucrânia, e desde então se prorroga a cada seis meses.

Em meados de março de 2015, decidiram também vincular sua duração à aplicação dos acordos de Minsk, que buscam pôr um fim ao conflito entre as forças leais a Kiev e separatistas pró-russos no leste do país.

A oitava prorrogação das sanções, às quais a Rússia respondeu com medidas de retaliação contra agricultores europeus, chega em um contexto de tensão entre Kiev e Moscou por um incidente naval no fim de novembro no mar de Azov.

"O Conselho Europeu solicita a libertação imediata de todos os marinheiros ucranianos detidos, a devolução dos navios e a livre circulação de todas as embarcações através do estreito de Kerch", acrescentou Tusk em um novo tuíte.

Em uma declaração, os 28 chefes de Estado e governo da UE expressam também sua disposição "a adotar medidas para seguir reforçando seu apoio [a Kiev], inclusive em favor das zonas afetadas da Ucrânia".

A Otan, que também condena o incidente e exorta a libertação de marinheiros, anunciou horas antes seu apoio a Kiev com o fornecimento de equipamentos de comunicação segura antes do fim do ano.

As sanções econômicas são um dos aspectos das medidas punitivas decididas pela UE para sancionar o papel de Moscou na Ucrânia, país do qual arrebatou, em março de 2014, a península da Crimeia e onde morreram mais de dez mil pessoas.

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