Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Venezuela condena militares acusados de conspiração para derrubar Nicolás Maduro

Os oficiais foram presos entre março e maio de 2014. As sentenças variam de cinco a oito anos de prisão.


France Presse

Nove militares venezuelanos, da ativa e da reserva, foram condenados por "conspiração" para derrubar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em 2014, informou o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ, na sigla em espanhol) nesta quarta-feira (26).

O presidente venezuelano Nicolás Maduro vota durante eleição para vereadores, em Caracas, no domingo (9) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos
O presidente venezuelano Nicolás Maduro vota durante eleição para vereadores, em Caracas, no domingo (9) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos

O mais alto tribunal do país confirmou as condenação depois que um tribunal e uma corte marcial rejeitaram os recursos apresentados pelos militares. Eles foram acusados de "preparar em 2014 um movimento insurrecional e desestabilizador, chamado Operação Jericho, contra o governo nacional".

"As diferentes condenações do Conselho de Guerra Acidental de Caracas foram confirmadas, pois estavam envolvidos - como autores ou cúmplices imediatos - nos crimes de instigação de rebelião e contra o decoro militar", acusou o TSJ, acusado pela oposição de "servir" a Maduro.

As sentenças variam de cinco a oito anos de prisão e envolvem o major-general Oswaldo Hernández, o coronel da reserva José Delgado e sete outros oficiais da Aeronáutica, do Exército e da Marinha, segundo um comunicado do TSJ.

Os oficiais foram presos entre março e maio de 2014.

De acordo com fragmentos do arquivo publicado pela imprensa local, o plano consistia em tomar destacamentos militares, prender Maduro e outros líderes do chavismo e gerar uma mobilização de cidadãos para derrubar o governo.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas