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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Venezuela condena militares acusados de conspiração para derrubar Nicolás Maduro

Os oficiais foram presos entre março e maio de 2014. As sentenças variam de cinco a oito anos de prisão.


France Presse

Nove militares venezuelanos, da ativa e da reserva, foram condenados por "conspiração" para derrubar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em 2014, informou o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ, na sigla em espanhol) nesta quarta-feira (26).

O presidente venezuelano Nicolás Maduro vota durante eleição para vereadores, em Caracas, no domingo (9) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos
O presidente venezuelano Nicolás Maduro vota durante eleição para vereadores, em Caracas, no domingo (9) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos

O mais alto tribunal do país confirmou as condenação depois que um tribunal e uma corte marcial rejeitaram os recursos apresentados pelos militares. Eles foram acusados de "preparar em 2014 um movimento insurrecional e desestabilizador, chamado Operação Jericho, contra o governo nacional".

"As diferentes condenações do Conselho de Guerra Acidental de Caracas foram confirmadas, pois estavam envolvidos - como autores ou cúmplices imediatos - nos crimes de instigação de rebelião e contra o decoro militar", acusou o TSJ, acusado pela oposição de "servir" a Maduro.

As sentenças variam de cinco a oito anos de prisão e envolvem o major-general Oswaldo Hernández, o coronel da reserva José Delgado e sete outros oficiais da Aeronáutica, do Exército e da Marinha, segundo um comunicado do TSJ.

Os oficiais foram presos entre março e maio de 2014.

De acordo com fragmentos do arquivo publicado pela imprensa local, o plano consistia em tomar destacamentos militares, prender Maduro e outros líderes do chavismo e gerar uma mobilização de cidadãos para derrubar o governo.

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