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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

VÍDEO mostra poder de fogo sírio contra grupos terroristas

Nas redes foi publicado um vídeo mostrando o poder de fogo do exército sírio na luta contra os grupos terroristas.


Sputnik

O vídeo mostra o disparo de obuseiros autopropulsados de fabricação russa 2S3 Akatsiya, de 152 mm, causando a explosão simultânea de mais de uma dúzia de projéteis de 43 kg cada, segundo o portal militar russo Russkoe Oruzhie.


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Atualmente, as tropas sírias possuem aproximadamente 50 unidades do 2S3 Akatsiya. O sistema 2S3 de 152 mm entrou em serviço no exército soviético no início dos anos 70 é o equivalente ao M109 americano.

Sua designação correta é SO-152, mas no exército russo é habitualmente chamado de Akatsiya (Acácia) e a marca industrial é 2S3.

O veículo tem como base o chassi do Sa-4 Ganef, mas em vez das 7 rodas só tem 6 de cada lado, com o peso de 27.500 kg. O motor consiste em um V-58 V-12 a diesel, desenvolvendo cerca de 520 cv, com velocidade máxima de 60 km/h em estrada, tendo uma autonomia de 500 km.

O veículo já não se encontra em produção, mas ainda é utilizado nos exércitos da Rússia, Argélia, Armênia, Bielorrússia, Cuba, Geórgia, Iraque, Cazaquistão, Líbia, Síria, Vietnã, Ucrânia e Uzbequistão.


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