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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Administração Trump poderá expandir escudo antimísseis estadunidense

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando expandir o sistema de defesa antimísseis estadunidense tanto dentro do país como no exterior, informou a agência AP.


Sputnik

Entre os planos que a Casa Branca está analisando, encontra-se a possibilidade de implantar uma rede de satélites projetada para detectar e rastrear mísseis hostis.


Sistema de defesa antimíssil estadunidense Aegis Ashore
CC BY 2.0 / Agência de Defesa Antimíssil dos EUA / FTO-02-E1a-002

Espera-se que os detalhes do programa de ampliação sejam divulgados após o Departamento de Defesa apresentar os resultados da revisão do escudo antimísseis nesta quinta-feira (17). O Pentágono não publicou esse documento no ano passado por causa das tentativas de Trump de persuadir a Coreia do Norte a renunciar às suas armas nucleares. A publicação desse relatório teria prejudicado as negociações com Pyongyang.

De acordo com a AP, a administração Trump sublinhou a necessidade de deter os mísseis inimigos antes que eles sejam lançados ou nos primeiros minutos de voo. O Congresso já havia ordenado ao Pentágono acelerar esse plano, que incluiria o uso de drones armados com lasers.

Entretanto, qualquer expansão do escudo antimísseis afetará outras prioridades da Defesa, como os bilhões de dólares adicionais que o governo se comprometeu a investir em uma nova geração de armas nucleares.

Além disso, a expansão do sistema de defesa antimísseis teria implicações importantes para a diplomacia dos EUA nas relações com a Rússia e a China.

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