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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Administração Trump poderá expandir escudo antimísseis estadunidense

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando expandir o sistema de defesa antimísseis estadunidense tanto dentro do país como no exterior, informou a agência AP.


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Entre os planos que a Casa Branca está analisando, encontra-se a possibilidade de implantar uma rede de satélites projetada para detectar e rastrear mísseis hostis.


Sistema de defesa antimíssil estadunidense Aegis Ashore
CC BY 2.0 / Agência de Defesa Antimíssil dos EUA / FTO-02-E1a-002

Espera-se que os detalhes do programa de ampliação sejam divulgados após o Departamento de Defesa apresentar os resultados da revisão do escudo antimísseis nesta quinta-feira (17). O Pentágono não publicou esse documento no ano passado por causa das tentativas de Trump de persuadir a Coreia do Norte a renunciar às suas armas nucleares. A publicação desse relatório teria prejudicado as negociações com Pyongyang.

De acordo com a AP, a administração Trump sublinhou a necessidade de deter os mísseis inimigos antes que eles sejam lançados ou nos primeiros minutos de voo. O Congresso já havia ordenado ao Pentágono acelerar esse plano, que incluiria o uso de drones armados com lasers.

Entretanto, qualquer expansão do escudo antimísseis afetará outras prioridades da Defesa, como os bilhões de dólares adicionais que o governo se comprometeu a investir em uma nova geração de armas nucleares.

Além disso, a expansão do sistema de defesa antimísseis teria implicações importantes para a diplomacia dos EUA nas relações com a Rússia e a China.

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