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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Após 25 anos, Israel barra presença de observadores internacionais em Hebron

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se recusou a permitir que observadores internacionais continuem sua missão em Hebron, onde eles estão presentes desde o aumento das tensões entre israelenses e palestinos nos anos 1990.


Sputnik

"Não permitiremos que uma força internacional aja contra nós", declarou Netanyahu.


Manifestantes palestinos entram em confronto com soldados israelenses em Hebron, na Cisjordânia
Manifestantes palestinos em Hebron © REUTERS / Mussa Qawasma

Composta por 64 membros, a Presença Temporária Internacional em Hebron (TIPH) tem observado as condições sob as quais os palestinos vivem desde 1994, quando 29 palestinos foram mortos no massacre da Caverna dos Patriarcas.

A equipe da TIPH sempre relatou incidentes de conflito, mas não interferia.

A cidade de Hebron, na Cisjordânia, tem uma maioria palestina, mas é parcialmente controlada pelos militares israelenses, que foram colocados ali para proteger os colonos em 1997. As ações das tropas israelenses que realizam buscas na população palestina nos pontos de checagem são frequentemente criticadas.

Houve uma pressão crescente de políticos e colonos de direita para expulsar os observadores internacionais da área. O ministro da Segurança Pública, Gilad Erdan, acusou a TIPH de interferir no trabalho das Forças de Defesa de Israel (IDF) e criar atritos com os colonos, de acordo com o jornal Jerusalem Post.

A presença da TIPH que foi composta e financiada pela Itália, Noruega, Suécia, Suíça e Turquia e é baseada em um acordo bilateral entre Israel e a Autoridade Palestina, renovada duas vezes por ano.

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