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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Após 25 anos, Israel barra presença de observadores internacionais em Hebron

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se recusou a permitir que observadores internacionais continuem sua missão em Hebron, onde eles estão presentes desde o aumento das tensões entre israelenses e palestinos nos anos 1990.


Sputnik

"Não permitiremos que uma força internacional aja contra nós", declarou Netanyahu.


Manifestantes palestinos entram em confronto com soldados israelenses em Hebron, na Cisjordânia
Manifestantes palestinos em Hebron © REUTERS / Mussa Qawasma

Composta por 64 membros, a Presença Temporária Internacional em Hebron (TIPH) tem observado as condições sob as quais os palestinos vivem desde 1994, quando 29 palestinos foram mortos no massacre da Caverna dos Patriarcas.

A equipe da TIPH sempre relatou incidentes de conflito, mas não interferia.

A cidade de Hebron, na Cisjordânia, tem uma maioria palestina, mas é parcialmente controlada pelos militares israelenses, que foram colocados ali para proteger os colonos em 1997. As ações das tropas israelenses que realizam buscas na população palestina nos pontos de checagem são frequentemente criticadas.

Houve uma pressão crescente de políticos e colonos de direita para expulsar os observadores internacionais da área. O ministro da Segurança Pública, Gilad Erdan, acusou a TIPH de interferir no trabalho das Forças de Defesa de Israel (IDF) e criar atritos com os colonos, de acordo com o jornal Jerusalem Post.

A presença da TIPH que foi composta e financiada pela Itália, Noruega, Suécia, Suíça e Turquia e é baseada em um acordo bilateral entre Israel e a Autoridade Palestina, renovada duas vezes por ano.

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