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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Arábia Saudita barra compra de carne do Brasil como retaliação por embaixada em Jerusalém

Maior exportador de carne de frango do Brasil, a Arábia Saudita suspendeu cinco frigoríficos da lista de exportadores brasileiros, no que pode ser o primeiro movimento de retaliação após o anúncio da transferência da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém.


Sputnik

De acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, o governo do presidente Jair Bolsonaro já foi notificado de que 33 frigoríficos dos 58 habilitados para exportar para Arábia Saudita foram descredenciados.


Proibição de importação de frango brasileiro pela UE deve causar 30 mil demissões no setor
Jonas de Oliveira/ANPR/Fotos Pública

Restariam 25 frigoríficos habilitados e que poderiam absorver a demandas, porém nem todos eles exportam para Riad. Além disso, os gigantes brasileiros JBS e BRF estão entre os suspensos pelos sauditas.

Segundo apuração da Folha com agentes do setor de avicultura brasileiro, a principal suspeita da medida não diz respeito a alguma barreira sanitária, mas sim uma retaliação pela intenção já anunciada do governo Bolsonaro de transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

Em 2018, a Arábia Saudita recebeu 14% das exportações de frango do Brasil, seguida pela China com 11%. No total, os sauditas compraram mais de R$ 2,1 bilhões do agronegócio e da indústria brasileira no ano passado.

Antes de Bolsonaro assumir a Presidência da República, os árabes já deram indicações de possíveis retaliações caso o Brasil levasse sua embaixada para Jerusalém. Após o governo egípcio cancelar uma visita do então chanceler brasileiro Aloysio Nunes, a Liga Árabe alertou o novo governo que a decisão poderia alterar as relações entre o bloco e Brasília.

Em uma entrevista ao SBT, Bolsonaro confirmou a intenção de levar a embaixada para Jerusalém, minimizando os riscos de retaliação em prol do aumento das relações comerciais com Israel. O presidente brasileiro deve visitar Israel em março.

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