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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Assessor de Putin: Reivindicações japonesas sobre as Curilas vão complicar negociações

As declarações do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, sobre as reivindicações de Tóquio às ilhas Curilas vão complicar significativamente as próximas negociações com o presidente russo, Vladimir Putin, disse o assessor do líder russo Yury Ushakov neste domingo.


Sputnik

"As declarações de Abe complicaram o processo de negociações, com certeza", disse Ushakov à emissora Rossiya.


O presidente russo, Vladimir Putin, com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
Shinzo Abe e Vladimir Putin © Sputnik / Sergei Guneev

Putin e Abe devem falar sobre as negociações do tratado de paz durante a reunião de 22 de janeiro, quando o chefe do governo japonês fará uma visita de trabalho à Rússia.

No início de janeiro, Moscou e Tóquio realizaram a primeira rodada de negociações relativas à assinatura de um tratado de paz permanente, que deve finalmente marcar o fim do estado de guerra entre os dois países. Abe disse que o Japão reivindicaria a soberania sobre as Curilas, mas não tinha a intenção de deportar cidadãos russos que vivem lá se as ilhas fossem de fato cedidas a Tóquio.

Rússia e Japão não conseguiram chegar a um acordo de paz após o fim da Segunda Guerra Mundial, principalmente devido à disputa sobre as ilhas Curilas, agora governadas por Moscou, que as considera parte inalienável do território do país.

Em 1956, Moscou e Tóquio assinaram uma Declaração Conjunta que previa o restabelecimento das relações bilaterais após a guerra e estipulavam que o Japão e a União Soviética continuariam a envidar esforços para assinar um tratado de paz permanente e resolver a disputa na ilha. A União Soviética também se comprometeu a considerar a entrega de duas das quatro ilhas disputadas — Habomai e Shikotan — para o Japão.

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