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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Assessor de Putin: Reivindicações japonesas sobre as Curilas vão complicar negociações

As declarações do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, sobre as reivindicações de Tóquio às ilhas Curilas vão complicar significativamente as próximas negociações com o presidente russo, Vladimir Putin, disse o assessor do líder russo Yury Ushakov neste domingo.


Sputnik

"As declarações de Abe complicaram o processo de negociações, com certeza", disse Ushakov à emissora Rossiya.


O presidente russo, Vladimir Putin, com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
Shinzo Abe e Vladimir Putin © Sputnik / Sergei Guneev

Putin e Abe devem falar sobre as negociações do tratado de paz durante a reunião de 22 de janeiro, quando o chefe do governo japonês fará uma visita de trabalho à Rússia.

No início de janeiro, Moscou e Tóquio realizaram a primeira rodada de negociações relativas à assinatura de um tratado de paz permanente, que deve finalmente marcar o fim do estado de guerra entre os dois países. Abe disse que o Japão reivindicaria a soberania sobre as Curilas, mas não tinha a intenção de deportar cidadãos russos que vivem lá se as ilhas fossem de fato cedidas a Tóquio.

Rússia e Japão não conseguiram chegar a um acordo de paz após o fim da Segunda Guerra Mundial, principalmente devido à disputa sobre as ilhas Curilas, agora governadas por Moscou, que as considera parte inalienável do território do país.

Em 1956, Moscou e Tóquio assinaram uma Declaração Conjunta que previa o restabelecimento das relações bilaterais após a guerra e estipulavam que o Japão e a União Soviética continuariam a envidar esforços para assinar um tratado de paz permanente e resolver a disputa na ilha. A União Soviética também se comprometeu a considerar a entrega de duas das quatro ilhas disputadas — Habomai e Shikotan — para o Japão.

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